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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2006

Propostas dos Eleitos Locais pelo PS na Assembleia de Freguesia de Cardigos


1ª Proposta do Partido Socialista: Propomos a transferência do parque infantil da Av. Espirito Santo para outro local.


O actual parque infantil situa-se num local perigoso para as nossas crianças – numa placa triangular, em plena estrada, destinada a regular o trânsito no entroncamento nessa via.


Salienta-se que a pequena dimensão do mesmo e a perigosidade do local são também aspectos que nos levam a propor que seja adquirido um terreno de maior dimensão para construção do referido parque, e deverá ser também, pedagógicamente mais adequado.


Propomos, ainda, que o mesmo espaço seja inserido numa zona de lazer para adultos.


 


2ª Proposta do Partido Socialista: Propomos que seja encarado de frente o problema do deficiente abastecimento e qualidade da água.


Para o efeito, propomos que este executivo, em conjunto com a Câmara Municipal, inicie negociações com a C.M. de Vila de Rei, de modo a podermos usufruir da água da barragem de Castelo de Bode, cuja conduta de abastecimento chega já à Aldeia de Colos (de Vila de Rei).


Lembramos que no Verão passado todas as aldeias da freguesia estiveram sob constante ameaça da falta de água e houve mesmo habitações que estiveram privadas de água por períodos de tempo prolongados, nomeadamente no Carrascal.


Salientamos, ainda, que a água que corria das torneiras era de qualidade duvidosa, a avaliar pela sua cor.


Sabemos existir disponibilidade da parte da C.M. de Vila de Rei em ajudar a resolver este problema.


Entendemos, que esta via é a solução mais favorável para termos água em quantidade e de qualidade. Podemos aproveitar as infra-estruturas já existentes (a rede de canalização), bastará a construção de um amplo reservatório no alto de Colos, para que toda a freguesia possa ser abastecida por gravidade.


 


3ª Proposta do Partido Socialista: Propomos que se avance com a construção de saneamento básico em toda a freguesia.


Trata-se de uma questão de primordial importância, e cuja resolução já deveria estar concluída há muito tempo.


A ausência de uma rede pública de saneamento leva a que as pessoas improvisem soluções, algumas das quais altamente lesivas do ambiente e saúde pública, se consideramos que enquanto não temos abastecimento de água da barragem de Castelo de Bode, as pessoas continuam a efectuar captações do nosso subsolo com todas as consequências que daí advém.


 


4ª Proposta do Partido Socialista: Propomos que seja revista a localização do Parque Industrial de Cardigos (a construir).


O Parque Industrial constitui um investimento avultado, pelo que a sua construção será definitiva, deverá ser em local adequado e que não comprometa o crescimento da vila, de forma a que a médio prazo não fique dentro da mesma.


No seguimento do que já tem sido falado pelo executivo, propomos que a localização do mesmo seja um pouco mais à frente entre o cruzamento do Azinhal e o Lago (na E.N. 244).


Salientamos que obras inadequadas e provisórias já temos bastantes, não vamos deixar que esta seja mais uma.


Aproveitamos a oportunidade para propor o alargamento do perímetro urbano vila da Cardigos, facilitando a vida aqueles que aqui querem vir viver.


 


5ª Proposta do Partido Socialista: Propomos que comece a ser dada atenção especial à área do ambiente.


Verificamos que quase todas as empresas industriais estão a ficar dentro da vila, propomos que sejam dadas condições aos empresários para que se possam deslocar para o parque industrial a construir.


Chamamos, também, a atenção para o ambiente em geral a nível da freguesia, nomeadamente abandono de viaturas em qualquer lado, descargas de entulhos e outros resíduos em locais impróprios, etc., o que não favorece a nosso meio ambiente.


 


6ª Proposta do Partido Socialista: Propomos que sejam equacionadas prioridades na área das acessibilidades.


Chamamos a atenção do executivo que temos aldeias que em pouco tempo estarão com as ruas intransitáveis, dado o mau estado do asfalto.


Particularmente:


a) Toda a aldeia do Azinhal;


b) Em Casas da Ribeira, Casais de São Bento, só a rua principal foi reparada;


c) A ligação do Freixoeiro - Freixoeirinho, onde foram efectuadas obras de abastecimento de água onde danificaram o asfalto;


d) Dentro da aldeia de Freixoeirinho a rua tem pontos muito frágeis, a alternativa seria alcatroar cerca de 100 m. para criar um novo e melhor acesso à aldeia;


e) A ligação Freixoeiro - Sarnadas encontra-se em mau estado;


f) Dentro da vila, na rua de S. Bernardo as tampas de saneamento estão demasiado salientes e o piso irregular à mais de 2 anos;


g) Ainda dentro da vila, na E.N. 244 há “pontos negros”, precipícios junto da berma a necessitar da rails de protecção;


h) Existem habitações sem acesso por asfalto na zona do Vale Fagundo (na vila, junto ao campo de futebol)


Ainda, no âmbito desta proposta, solicitamos a este executivo que junto da C.M.M. efectue diligências, no sentido de encurtar a distância entre Cardigos e Mação.


Lembramos que no âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio (2000/2006), estiveram e continuam a estar disponíveis verbas para este efeito, são necessários os projectos.


 


7ª Proposta do Partido Socialista: Propomos que seja efectuada a promoção turística de Cardigos.


Na freguesia de Cardigos temos paisagens únicas, miradouros, património histórico, artesanato e boa gastronomia.


Assim, para promover a nossa região temos de:


- Recuperar o património histórico (fontes antigas, capelas, etc.);


- Realizar obras de forma a que os miradouros possam ser visitados, nomeadamente acessos a viatura e caminhos pedestres na Serra do Freixoeirinho, na Serra de Vargancinho, no Alto dos Vales, no Alto dos Colos, e ainda abertura ao público da torre da antiga igreja matriz e demais locais de interesse;


- Criar itinerários para serem passeados por quem nos visita;


- Incentivar e apoiar a criação de alojamento (s) turístico (s) em Cardigos, para quem nos visita possa ficar hospedado.


 


Para a concretização destas medidas possivelmente já não poderemos contar com verbas do III Quadro Comunitário de Apoio, o qual terminará em 2006, dado não terem sido apresentados projectos por parte deste executivo.


Lembramos que vem aí novos fundos estruturais (2007-2013), os quais serão certamente os últimos, por isso compete a este executivo, mostrar coragem e vontade em fazer progredir a freguesia apresentando projectos que beneficiem Cardigos e os Cardiguenses.


 


Não podemos é ficar parados no tempo!


 


Os Eleitos Locais pelo PS na Freguesia de Cardigos


Ivo de Jesus Dias


José Augusto Martins

Publicado por vozeslivresmacao às 14:13
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2006

João Paulo Almeida

jpfoto.jpg EM MINHA DEFESA

No passado dia 13 de Janeiro publicou o jornal «Independente» uma notícia com o título “Cara Assembleia” cujo conteúdo se relaciona com o boletim itinerário relativo à minha presença na última Assembleia Municipal realizada em 29 de Dezembro último e o montante de ajuda de custo nele implicado.


O envolvimento do meu nome e a forma como tal notícia está construída, associando mesmo aos alegados factos, pela via da imagem o Eng.º José Sócrates e Primeiro-Ministro de Portugal, é um acto do mais torpe ataque pessoal, cujo propósito é atingir-me política e pessoalmente e indigno portanto de um jornalismo sério e rigoroso.


O objectivo foi criar a convicção no eleitor de que o pedido que formulei é inadmissível, porque ilegal; ou inadmissível por se basear em factos não verdadeiros. Assim, a convicção criada no espírito do leitor é que pretendo ou pretendia locupletar-me à custa do erário público e retirar desta situação vantagem e proveito pessoal. O que se está a insinuar é que não tenho direito a este valor, nem nos termos que o formulei, nem porventura noutros, porque a forma como o fiz não corresponderá à suposta verdade do autor moral desta notícia que tem rosto, nome e está entre nós. O que impressionará é o montante em referência 1650 euros seguindo o corpo da notícia, sem curar se o mesmo está fundado na realidade e é devido por lei.


A publicação da referida notícia e a sua utilização enviesada que neste momento corre no círculo que me é mais próximo, o meu concelho e os meus eleitores, designadamente pela proliferação de fotocópias do mesmo, não é mais do que um relevante indício de uma intencional campanha de linchamento público da minha pessoa na sua honorabilidade e honra pessoal.


O julgamento público e apressado dos factos é um sinal dos tempos modernos. A notícia corre depressa e é voraz para o seu visado. Neste contexto, é meu dever, e em minha defesa, esclarecer o que se segue:


1. Quando fui escolhido para candidato do Partido Socialista ao cargo de Presidente da Assembleia Municipal de Mação era público e notório que ao tempo residia em Bruxelas, para onde aliás tinha transferido o meu domicílio em razão de ter aí iniciado em Outubro de 2004 funções de funcionário da Comissão Europeia após concurso de admissão e não de funcionário público destacado pelo Governo português como é referido na notícia.


2. Esta candidatura foi interpretada por mim e pelo Partido Socialista como um acto de alguém que apesar da deslocalização física do País não quis deixar de dar o seu contributo para a vida local, manifestando interesse no acompanhamento dos assuntos e do desenvolvimento da sua terra, militando no terreno das suas convicções e dos seus ideais. Assim como o tinha manifesta e irrepreensivelmente feito no passado, o que me levou aliás a ser em duas ocasiões anteriores membro da Assembleia Municipal de Mação. Esta disponibilidade e esta entrega à coisa pública não foram postas em causa, nem ética ou politicamente censuradas, em momento algum do processo de candidatura.


3. Aquando da formalização da candidatura junto do Tribunal da Comarca de Mação e em coerência com a minha situação profissional indiquei como domicílio Bruxelas. Na ocasião nenhum protesto formal foi apresentado ou recurso interposto deste acto por parte de qualquer outra candidatura.


4. Assim, a partir desta data foi consagrado legalmente que o candidato à Assembleia Municipal de Mação, João Paulo Almeida, residia oficialmente em Bruxelas e a inerente conclusão a retirar é que a partir da sua previsível eleição qualquer deslocação da sua parte para assistir e participar nas assembleias envolveria um encargo financeiro para a Câmara Municipal. Aliás, como já havia acontecido com o próprio no passado e com todos os demais eleitos cuja residência seja superior a 5 km do lugar de realização das reuniões do referido órgão.


5. Igualmente a partir desta data os ataques pessoais e políticos a este propósito tiveram lugar em várias ocasiões. Na pré-campanha e na campanha muitas foram as vezes que os possíveis custos da participação do candidato socialista João Paulo Almeida nas reuniões da Assembleia Municipal foram arma de arremesso político e de captação de votos. Neste sentido o comprova uma das perguntas formuladas ao candidato José Fernando Martins (PS) no debate realizado no Cine-Teatro, tal como  diversas afirmações e especulações feitas em vários contextos públicos.


6. Este assunto, foi portanto erigido em tema central da campanha. Por conseguinte, os eleitores quando em mim votaram conheciam esta situação pessoal. Nunca lhes escondi tal facto como resulta inequívoco dos vários documentos políticos e pessoais publicados ao longo de um ano  e das intervenções públicas que nesse mesmo período realizei. A confiança que em mim depositaram no acto da eleição sobrepôs-se ao facto de residir fora de Mação e de Portugal.


7. É também público que, ainda em campanha, prontifiquei-me, não sendo essa minha obrigação legal, ou dever ético, a prescindir dos montantes a auferir ao longo do mandato com a minha presença nas reuniões da Assembleia Municipal para a aquisição de um equipamento médico que segundo informações ao tempo obtidas faria falta no Centro de Saúde de Mação e cuja aquisição permitiria resolver uma lacuna na prestação de cuidados de saúde primários à nossa população. Na ocasião e para o efeito desafiei os candidatos sociais-democratas à Câmara e à Assembleia Municipal a juntarem-se a mim neste gesto, oferecendo igualmente os seus montantes de ajuda de custo e subsídio de transporte. A sua resposta foi o silêncio, silêncio esse não quebrado até à presente data.


8. Acresce dizer que, tal como ontem, mantenho hoje esse compromisso!


Consequentemente, qualquer que seja o montante que venha a ter direito em razão desta Assembleia Municipal de 29 de Dezembro último ou de qualquer outra em que venha a participar no futuro, os montantes auferidos para custear essas deslocações serão afectos a causas de solidariedade social. Todavia, sublinhe-se que a deslocação à Assembleia Municipal gera sempre uma despesa, seja qual o for o meio de transporte utilizado. Essa despesa é sempre suportada por mim. A existência da ajuda de custo prevista na lei visa pagar ao autor da deslocação os custos da mesma. O membro da Assembleia Municipal não é funcionário da autarquia e por isso o requerimento da sua ajuda e o respectivo tratamento é visto à luz da natureza especial do seu requerente (o eleito local). O serviço que este presta à mesma é político e não remunerado. Logo, a ajuda de custo não é uma remuneração mas sim uma compensação pelos custos de deslocação efectuados para a prestação deste serviço público.


9. Portanto, se alguém como eu anunciou publicamente prescindir de receber estes montantes, dir-se-á assim que qualquer deslocação de Bruxelas às assembleias municipais passará a ter para mim um custo pessoal em vez de um proveito. Ao não receber o que tenho direito, por vontade própria, significa que quando me desloco o faço a expensas próprias. O que é, julgo, um acto de inegável desprendimento relativamente ao dinheiro público, ao contrário do que se quer fazer passar.


10. Só à luz das públicas e financeiras implicações da minha presença na Assembleia Municipal se compreende o pedido de Parecer da C.M. de Mação à Comissão de Coordenação da Região Centro sobre o assunto, a fazer fé no relato da notícia. O presente acto, que em si aplaudo, mais não visava do que saber se haveria ou não direito da minha parte à reclamação de qualquer montante a título de ajudas de custo e, se haveria ou não o dever da Câmara, e em que termos, realizar esse pagamento. A crer no que está escrito na notícia do “Independente”, o Parecer solicitado recomenda o seu pagamento. Pagamento por avião, não mencionando a classe, executiva ou económica, nem fazendo alusão à eventual obrigação de viajar em companhia aérea de baixo-custo como é a Virgin ou em companhia aérea regular como é a TAP, acrescentando que os quilómetros efectuados entre o aeroporto e Mação e Mação e o aeroporto deverão ser igualmente tidos em conta nesse pagamento.


11. Em conclusão, o direito ao pagamento assiste-me e é legal.


12.. Todavia, a notícia visa ainda colocar a minha pessoa em causa, alegando ter sido visto em 4 de Janeiro no Aeroporto da Portela, viajando para Bruxelas, circunstância que não nego e o facto de ter preenchido um boletim itinerário com outros dados. Àcerca deste ponto, nos locais próprios e a instâncias do que me for solicitado farei prova e darei explicação do que parece contraditório. Por agora, apenas direi que, tranquilamente aguardo que as diligências anunciadas pelo Senhor Presidente tenham o seu curso normal. Nessa ocasião agirei em defesa própria. Estranho por isso, e por agora, que a própria Câmara não me tenha solicitado justificações e que o despacho de suspensão do seu pagamento e respectiva fundamentação não me tenham sido notificadas como mandam as normas em vigor do Código do Procedimento Administrativo.


13. Ao invés, o Senhor Presidente alega ainda que a minha prática pode configurar um caso de “burla e extorsão”. No entanto, é útil recordar aqui que estes tipos legais de crime carecem de preenchimento e prova da intenção dolosa da prática de tais actos. O lugar para tais conclusões são as instâncias administrativas e judiciais, cuja intervenção respeitarei e colaborarei na busca e defesa da verdade.


14. Por último, quero sublinhar que o dinheiro em apreço não foi por mim percepcionado, nem tenho a intenção de o receber. Não retirei, nem pretendo retirar qualquer proveito pessoal desta situação. A minha cabeça está decepada no julgamento popular. É servida agora para gáudio de alguns aos apetites vorazes dos juízos prematuros que somos tentados a fazer na base de uma notícia torpe e de um acto canalha. Lamento a forma como o meu Partido e o Secretário-Geral do meu Partido foram envolvidos nesta notícia, sem qualquer razão e fundamento, a não ser o vale tudo da sociedade portuguesa. Não compreendo e não aceito como factos, pessoas e situações que nada têm a ver com a minha actual relação com a Assembleia Municipal de Mação sejam evocados e utilizados no artigo para denegrir instituições respeitáveis como o Partido Socialista.


Acima de tudo, acredito nas instituições e na Justiça, ainda que ela demore a ser reposta. Este é o meu primeiro acto de defesa. Os demais seguir-se-ão nos locais apropriados. O meu passado, o meu nome e a minha honra saberão resistir e vencer este acto de malvadez. Não vergarei perante a tentativa de imolação pública de todo o meu passado de irrepreensível intervenção cívica e lutarei pela defesa da minha inocência. As causas em que acredito e a minha cidadania activa continuarão a ser como até aqui a minha lanterna e a minha arma.


Bruxelas, 15 de Janeiro de 2006


João Paulo Almeida

Publicado por vozeslivresmacao às 13:45
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2006

PS SOLIDARIZA-SE COM JOÃO PAULO ALMEIDA

ps.gif Mação


C O M U N I C A D O


Após a tomada de conhecimento da notícia do jornal “O Independente” do dia 13 de Janeiro, e após a análise do referido artigo, o secretariado do PS – Mação entende manifestar e reiterar publicamente todo o seu apoio e solidariedade ao deputado municipal e militante socialista, João Paulo Almeida. Independentemente da defesa que o nosso camarada procederá, em sede própria, para o PS Mação ficam claros os seguintes pontos:


1. Quando João Paulo Almeida foi escolhido para candidato do Partido Socialista ao cargo de Presidente da Assembleia Municipal de Mação era público e notório que, ao tempo, residia em Bruxelas, para onde, aliás, tinha transferido o seu domicílio em razão de ter aí iniciado, em Outubro de 2004, funções de funcionário da Comissão Europeia após concurso de admissão e não de funcionário público destacado pelo Governo português como é referido na notícia.


2. Esta candidatura foi interpretada pelo nosso camarada e pelo Partido Socialista como um acto de alguém que apesar da deslocalização física do País não quis deixar de dar o seu contributo para a vida local, manifestando interesse no acompanhamento dos assuntos e do desenvolvimento da sua terra, militando no terreno das suas convicções e dos seus ideais. Assim como o tinha manifestado e irrepreensivelmente feito no passado e que o levou, aliás, a ser em duas ocasiões anteriores membro da Assembleia Municipal de Mação. Esta disponibilidade e esta entrega à coisa pública não foram, em momento algum do processo de candidatura, postas em causa ou ética ou politicamente censuradas.


3. Aquando da formalização da candidatura junto do Tribunal da Comarca de Mação e em coerência com a sua situação profissional, João Paulo Almeida indicou como domicílio, Bruxelas. Na ocasião nenhum protesto formal foi apresentado ou recurso interposto deste acto por parte de qualquer outra candidatura.


4. Assim, a partir daquela data foi consagrado legalmente que o candidato à Assembleia Municipal de Mação, João Paulo Almeida, residia oficialmente em Bruxelas e a inerente conclusão a retirar é que a partir da sua previsível eleição qualquer deslocação da sua parte para assistir e participar nas assembleias envolveria um encargo financeiro para a Câmara Municipal. Aliás, como já havia acontecido com o próprio no passado e com todos os demais eleitos cuja residência seja superior a 5 km do lugar de realização das reuniões do referido órgão.


5. É também público que, ainda em campanha, João Paulo Almeida prontificou-se, não sendo essa a sua obrigação legal, ou dever ético, a prescindir dos montantes a auferir ao longo do mandato com a sua presença nas reuniões da Assembleia Municipal disponibilizando a sua entrega para a aquisição de um equipamento médico que, segundo se informou, ao tempo, faria falta no Centro de Saúde de Mação e cuja aquisição permitiria resolver uma lacuna na prestação de cuidados de saúde primários à nossa população. Na ocasião e para o efeito, João Paulo Almeida desafiou os candidatos sociais-democratas à Câmara e à Assembleia Municipal a juntarem-se a esta sua proposta e a este seu gesto, oferecendo igualmente os seus montantes de ajuda de custo e subsídio de transporte tendo sido proposto o depósito das ajudas de custo recebidas até à presente data e as futuras, numa conta bancária que ficaria em nome do Pároco local, em conjunto com mais duas personalidades de reconhecida idoneidade.  


A resposta foi o silêncio, silêncio esse não quebrado até à presente data


6. O deputado municipal João Paulo Almeida ainda não recebeu qualquer valor relativo a ajudas de custo.


7. Qualquer ajuda de custo antes de ser processada deve ser visada pelo dirigente do órgão em causa e caso seja detectada alguma irregularidade no boletim deve esta ser comunicada ao proponente, tendo em vista a respectiva correcção o que, como se comprova, não aconteceu tendo, antes, sido privilegiada a comunicação social.


8. O PS Mação espera que a Câmara Municipal de Mação, nomeadamente os membros do PSD para ela eleitos, saibam, em tempo oportuno, distinguir entre a boa fé e o empenhamento de toda uma vida dedicada à defesa dos interesses da população de Mação, por parte do nosso camarada João Paulo Almeida, e a inimaginável opção por qualquer iniciativa que configure tentativa de defraudar o património de todos nós.


Não é só uma questão de bom senso é, antes, prova de maturidade democrática de uma instituição que sabe onde começa a legítima disputa política e termina toda e qualquer tentativa de destruição de uma vida dedicada ao interesse da população que sempre representou com dignidade. João Paulo Almeida é, pois, merecedor de toda a nossa solidariedade e Mação continuará a contar com a incomodidade da sua voz.


 


O SECRETARIADO DO PARTIDO SOCIALISTA MAÇÃO

Publicado por vozeslivresmacao às 18:13
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006

Inauguração do Complexo Agostinho Pereira Carreira

inau_1.jpg


Foi com grande prazer que no dia 08/01/2005 estive presente na inauguração do relvado do Complexo Desportivo Agostinho Pereira Carreira, esta cerimónia teve presença da Banda Filarmónica União Maçaense para dar música ao pessoal e honras Presidenciais no corte da Fita, ficando só a faltar a Banda dos Bombeiros Voluntários de Mação (Penso que ainda existe). Não fosse o material de som do meu amigo “Cácᔠe o Presidente da Junta de Freguesia de Mação a pregar uma das suas partidas e a inauguração teria toda a pompa e circunstância que o momento merecia. Pena foi que as sábias palavras do Senhor Padre Sousa se perdessem numa Basílica (Porto) ou Catedral (Benfica) por causa da intervenção do Senhor Adilio Barbeiro, mas os adeptos Sportinguistas até gostaram!!


Nesta inauguração, só não percebi foi quem é que inaugurou o Relvado Sintético, se a Câmara Municipal de Mação que é o dono da Obra ou ADM que é um dos utilizadores do Complexo, desculpem… mas as misturas foram muitas. Porventura mais inaugurações virão, quando a equipa de Ortiga, do Carvoeiro ou dos Envendos jogarem neste novo relvado. Penso que deve restar ainda uma última inauguração para 2009 que serão as cadeiras nas bancadas. Senão o pessoal já não se lembra do relvado !!!


Espero agora pelas inaugurações de outros equipamentos no concelho, se venham a processar de forma rápida porque os futuros utilizadores estão ávidos de as utilizar. Já agora que a sua inauguração tenha a mesma pompa e circunstância porque as pessoas de Cardigos também merecem um Centro de Saúde e um Quartel de Bombeiros em funcionamento.


Alguns idosos que visitaram o Complexo de Piscinas Cobertas têm-me perguntado quando é que abre e se também os vão levar de autocarro para uns banhos. Sinceramente não sei responder a esta pergunta, mas tudo leva a querer que sim, afinal foram pessoas de bem que os levaram a visitar o complexo, sem qualquer tipo de oportunismo, como tal penso que essas pessoas seriam incapazes de lhes fazer uma desfeita.


Mas, o mais importante é que o A.D. Mação ganhou 1-0 ao Samora Correia e o pessoal saiu todo contente.


Quero felicitar a Direcção da A.D. Mação e todos os seus colaboradores pelo trabalho que têm vindo a desenvolver nas camadas jovens, este sim um trabalho de extrema importância para o concelho de Mação.


Um Abraço,


Luís Sérgio Silva


 

Publicado por vozeslivresmacao às 17:20
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Nota Explicativa aos Visitantes

Este Blog tem por objectivo ser uma forma de ouvir as pessoas do Concelho de Mação, saber quais os seus problemas, qual o tipo de explicação que desejam saber, qual o tipo de oposição que querem para Mação, quais os problemas de Mação, quais as prioridades para Mação, ou seja, qual a governação que pretendem para Mação. Atingindo assim um dos Objectivos que é ajudar os Eleitos Locais nas questões as formular ao Executivo que governa Mação. Pretende-se tornar este Blog num espaço Livre e Democrático a todas as Opiniões. Por isso é fundamental que exista uma identificação de quem escreve neste Blog de forma a dar valor e credibilidade a cada pessoa que aqui escreve na forma de artigo ou post. A todos os quiserem mandar “bocas” têm o “bocasblog“ aqui bem perto de nós, onde é possível a qualquer anónimo ou dez vezes o mesmo anónimo com nomes diferentes mandar umas “bocas” cobardes. Todos sabemos que não existem muitas pessoas com capacidade para se identificar e em seguida formular uma pergunta, uma critica ou uma sugestão, pois tal só é possível às Vozes Livres de Mação, como tal, se acha que é uma Voz Livre junte-se ao Vozes Livres Mação. Este Blog garante que nada será censurado, desde que tenha a identificação do autor, e assim, estaremos todos a respeitar a DEMOCRACIA. VIVA A LIBERDADE.
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