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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

“Eficiência” da CMM

 

1 - A atribuição da bandeira azul foi conhecida em Maio 2008.
 
2 - A concessão do bar da praia foi aprovada em reunião de câmara  em 30 de Julho de 2008.
 
 
                               Eficiência e rapidez !!!
 
 
 
A bela praia fluvial do Carvoeiro
 
 
 
 
CARVOEIRO/MAÇÃO MERECEM MAIS!!!!!
Muito mais!!!
 
 
A. Reis
Publicado por vozeslivresmacao às 13:12
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Sábado, 16 de Agosto de 2008

Contra o Sistema ...

 

Companheiros,
 
Posso até ser acusado de constituir uma facção/oposição interna no partido em que milito. Assumo naturalmente essa acusação, mas engana-se quem assim pensa. Continuo, como sempre fui, fiel aos princípios que nortearam o partido em que milito.
Colaborei e colaboro, dentro do partido, em tudo o que de positivo possa contribuir em primeiro para o bem do País e em segundo para o partido.  
Aceitei e aceito a evolução, as alterações que se têm revelado necessárias e que têm sido verificadas, embora possa discordar de algumas.
Não posso é comungar e julgo, como tantos outros, assistir-me a razão para as opiniões que tenho tido e manifestado, quando constantemente verificamos comportamentos e atitudes que apenas contribuem para uma redução significativa muito acentuada da militância, da participação livre e desinteressada e de uma organização aberta que vá ao encontro de todos os que ainda estão dispostos a nela participar e militar.
Veja-se a questão dos “folclores”. Há que saber distinguir onde os eventos podem ou devem ser considerados como tal e aqueles que representam e fazem parte da história de um partido.
Qual o significado destas atitudes e manifestações de comportamentos relativos a uma organização?
Motivar aqueles que, na sequência de uma derrota nos locais próprios, possam intervir democraticamente, com força e na opinião de muitos com razão?
Contribuir por actos próprios para diminuir a credibilidade e a força de quem, com mérito venceu, mas que com atitudes e comportamentos desadequados condiciona e coloca em causa essa mesma credibilidade?
Referi, recentemente algo relacionado com “ileterados”. Condicionar a sempre chamada “reentré” com uma intervenção na sequência de eventos onde se formam, dentro do sistema aqueles que, “seleccionados a rigor”, ensinados pelos também sistémicos, irão assumir no futuro imbuídos da endémica formação a gestão política das organizações, aparelhos, etc., parece revelar uma mentalidade muito reducionista e fechada de qualquer sistema organizativo. São estas reduções sistemáticas a estes pequenos grupos de iluminados, como factor de intervenção política marcante que tem causado e continua a causar aquilo que também aqui já havia afirmado e designado de “divórcio” entre a política e os eleitores, munícipes, etc...
Lembrem-se que os “aparelhos” já desapareceram ou tendem a desaparecer. Não pretendam retomá-los.
 
Um abraço do
Manuel Pires
Publicado por vozeslivresmacao às 01:46
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

INSEGURANÇA NOTURNA EM MAÇÃO

VAI UMA REINAÇÃO!

No preciso momento em que preparava um pequeno texto para celebrar com duas ou três fotografias o silêncio das noites nas ruas de Mação – num convite a um sereno passeio entre esquinas e ruelas por um passado que, paradoxalmente, já conheceu noites bem mais animadas - eis, para minha surpresa, que um punhado de jovens, a raiar a maioridade, resolveu perturbar o silêncio que resta investindo, no melhor estilo cobardolas que já não deveria caracterizar, ou, melhor, nunca deveria caracterizar a sua tenra idade.

 

Falo-vos, concretamente, desta pequena casa, situada na chamada Rua Nova, ou, se preferirem, Mons Álvares de Moura, e que com, sacrifícios vários, evitámos que se juntasse ao extenso rol das casas em ruínas no centro histórico de Mação. A complementar a sua recuperação fizemos nascer nas ruínas da casa que lhe era contígua um pequeno espaço ajardinado que em muito, creio, veio desanuviar o intenso clima de ruínas que se vive na Azinhaga que dali liga a vila até a um conhecido bar nocturno na zona do Palácio da Justiça e que tem na população jovem o seu público alvo.

Entre o novo café existente na Praça e este outro é uma correria de gente jovem que seria de saudar não fosse a enorme lista dos desacatos de que tenho conhecimento, e que passo a enumerar:

-No restaurante Pica Fino, foram partidos os mármores de três lanços das escadas de acesso.

- O tejadilho do carro novo de um vizinho serviu de palco para recrimináveis danças ao luar.É só cada um pensar se fosse com o seu automóvel.

- Nas hortas que ficam no trajecto abundam, agora, as mil e uma garrafas das despreocupadas cervejas.

- No pequeno jardim de que vos falei, desde arranque de sebes, protecções metálicas, flores arrancadas pela raiz e jogadas para o palheiro em frente, quebra em mil pedaços de uma pequena talha com flores dentro, despejo de água gordurosa que levou à secagem de três fartos buxos, para terminar no recente arranque de três pés de girassóis já floridos, para não falar do arremesso e estilhaços de garrafas de cerveja, tudo tem servido para dar asas a esta inexplicável revolta vá lá saber-se porquê.

(No que me diz respeito creio que os desacatos não se esgotam na irresponsabilidade juvenil. Adiante.)

O que me fez subir a este palco foi, todavia, a lamentável cena acontecida,há poucos minutos, e que surpreendeu a paz da noite com o arremesso de um punhado de pedras e terra contra o pequeno sino da porta lateral, situado, já, no enfiamento da referida azinhaga.

Saí disparado de casa, descalço e ainda consegui vislumbrar o rosto da meia dúzia que fugia a sete pés pela calçada acima.Os autores, esses, desapareciam na rua principal sob o dedo acusador dos colegas, cúmplices, a quem interpelei.

Não era passada uma hora a turma regressa, agora, lançando impropérios que me escuso enunciar mas sempre, como é próprio de cobardolas, em passo apressado.

 

Enchido o saco, só restava um telefonema ( 241572222, para o caso de precisar!) para a GNR local.

 

Não quero, para já, tecer comentários à “acção” ou falta dela da GNR de Mação.

 

Esta Azinhaga é o que é mas fruto da inexistência de uma política municipal de conservação do nosso património, que há muito já teria demolido os diversos palheiros que ali se encontram e ameaçam perigo de derrocada iminente, teremos de aguardar que algum deles caia para que a senhora câmara comece a actuar.

Dei conta desta situação há 10 anos, numa Assembleia Municipal, onde Elvino, presidente, me garantiu existir um “Plano”.Até hoje, como se vê.

 

Quanto à educação dos nossos jovens, ao papel dos seus pais e da sociedade em geral, também parece que estamos conversados.

 

Aliás, pode ser que um destes dias tenha que contar a história do espanto que me tolheu o rosto quando a caravana eleitoral autárquica da força política vencedora estacionou à minha porta para dar asas a manifestações por parte de alguém ( sim, meu caro, você sabe que eu sei quem foi e o gesto que me dirigiu ignorando que eu tudo estava a ver!) de quem deveria partir o primeiro exemplo!

 

É claro que nem por sombras quero acreditar que a estas descontroladas hordas juvenis presidam retaliações servidas à peça, por exemplo, por algumas destas peças que por aqui vamos escrevendo.

 

Ainda vivemos em Democracia.

 

É a ela que irei recorrer.

 

António Colaço

 

Publicado por vozeslivresmacao às 14:29
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Contra os Canhões, Lutar, Lutar ....

Ainda dizem que somos um país de ileterados!
 
E não é que agora também há quem se incomode com a utilização de termos populares, cujo significado é o termo mais acertivo relativamente à generalidade dos discursos e intervenções políticas que praticam?
 
Contrariamente ao que se julga, somos “governados” por uma elite de pessoas refinadas e muito cultas. Não são uns quaisquer!
 
Eles não! Nós, ou outros, é que somos.
 
A esses não se aplica a afirmação efectuada nos tempos idos, pelos Romanos: “Nos confins da Península Ibérica existe um povo que não se governa, nem se deixa governar”.
 
Não, eles governam-se, quero dizer, governam. Nós é que não se deixamos governar e, por isso, constituímos um problema.
 
Não somos todos gente do mesmo povo?
 
 
Naturalmente que somos. Não somos é todos coniventes com o mesmo sistema, com um padrão instituído e que tem sido mantido!
 
E por isso, devemos continuar a procurar alterá-lo.
 
Somos um povo antigo, com um hino que reflectiu e bem o nosso carácter. O verso “contra os canhões, lutar, lutar”, deve manter-se actual. Saibamos assumir, apesar de podermos ser considerados  ileterados, o carácter que nos marcou: “Contra o sistema, este sistema, ……”
 
Um abraço
Manuel Pires
Publicado por vozeslivresmacao às 14:01
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

FESTAS DE SANTA MARIA:ÚLTIMA HORA!

VLM DESCOBRIU A MÁQUINA AUTOMÁTICA DE FAZER FLORES DE PAPEL!!!

 

É mais um rigoroso exclusivo do VLM: o presidente Saldanha Rocha aproveitou a sua última deslocação “ao estrangeiro” para fechar negócio com a contratação (não, não é de nenhum craque para a ADM, que aqui aproveitamos para saudar pela sua brilhante vitória na Taça do Ribatejo!) de uma fabulosa máquina de fazer flores de materiais reciclados a partir… do lixo dos maçanicos.

 

Ao ouvir falar de que era possível reciclar restos de comida para utilização em revestimentos para estradas (não, não é o que estão a pensar! Alcatrão é só para o ano!) Saldanha Rocha pensou para consigo e disse: “deve ser, então, possível reciclar lixo para fazer…lindas flores. Flores? disse, para consigo, mas isso é o que eu preciso para calar de vez a voz àqueles oposicionistas que todos os anos me criticam por ter acabado com esta tradição em Mação! Meto-me na excursão com os estudantes e já vos digo! Até já estou a ver a máquinazinha que está no Luxemburgo guardadinha para mim!!!”

 

É essa máquina que já está em pleno a trabalhar em Mação, em sítio que ainda não conseguimos descortinar, já que Saldanha reforçou a segurança a todos os eventuais locais.

Aqui fica a notícia.

 

 

 

 

Mal sonha a Santa Maria que, afinal, feitas, não pelas animadas mãos dos maçanicos, que entravam pela madrugada ao som de alegres cantorias, mas por uma “máquina sem sentimentos…” as flores decorarão as ruas de Mação.

 

Luís Sérgio

 

Publicado por vozeslivresmacao às 15:28
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MAÇÃO, ETERNA PRAÇA…

 

Faz de conta que me chamo Mação,e que, neste preciso dia e no preciso instante do clic desta fotografia, alguém me surpreendeu a sonhar em voz alta, nesta Praça, com qualquer coisa como “O que queres ser, Mação, quando fores grande”?

 

Que não me abandonem à minha sorte?


Que me façam acompanhar o surto de progresso que aí vem mas que me mantenham sempre jovem e que por cada uma das minhas casas que ameace ruir logo alguém se levante em armas para a reconstruir.


Que do alto das minhas duas torres se abarque o eterno verde das minhas serranias, e do alto delas se adivinhe o frenesi das tantas gentes, para lá e para cá, horta acima, horta abaixo e, pela noite dentro, as luarentas descamisadas de rapagões e moçoilas enamoradas.

 

Faz de conta que daqui a cem anos a minha Praça continue a ser pequena e nela jamais tenham lugar quer promessas quer desenganos.

 

Faz de conta que daqui a mil anos as duas bicas da minha fresca fonte continuem a matar a sede a todos os terrestres de mãos dadas com os aguardados marcianos.

 

 

Faz de conta que a Eternidade que não tem Princípio nem Fim, conte comigo, repare em mim.

 

António Colaço

 

Publicado por vozeslivresmacao às 15:18
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Sábado, 9 de Agosto de 2008

JÚLIO PIRES EDITOU DVD SOBRE COLÉGIO D.PEDRO V

Para quem não saiba ou não pôde estar na Festa dos Antigos Alunos do Colégio, realizada no passado dia 5 de Julho aqui está a nossa mais viva recomendação para que, tão depressa quanto possível, visione o belíssimo trabalho realizado por Júlio Pires sobre o histórico Colégio D.Pedro V.

O Júlio não se ficou por aqui e viajou por outros caminhos da história maçanica, desde os diversos títulos de imprensa que tiveram lugar em Mação ( estamos a milhas da capacidade de iniciativa dos nossos antepassados… e com os meios tecnológicos de hoje…) bem como um passeio por algumas das construções que, entretanto, para o bem e para o mal alteraram a paisagem do nosso património construído.
Um oportuno exercício de memória que poderá ajudar à necessária reflexão sobre os “Caminhos Para o Futuro de Mação”!
 
 
 
Mais do que um trabalho acabado, como o próprio Júlio afirma, estão aqui os alicerces para uma historiografia maçanica a levar por diante.
Talvez que a câmara pudesse ter uma palavra começando por subsidiar a edição alargada deste trabalho que muito aproveitaria, desde logo, à nossa população escolar.
 
Um desafio de Agosto.
 
Para o Júlio Pires, os parabéns pelo seu esforço mas, sobretudo, pelo seu continuado gosto pela terra que o viu nascer.
 
Foto: Júlio Pires, ele mesmo.
 
 
PS
Estranha-se o quase silêncio do VMT-Voz da Minha Terra sobre esta iniciativa. Esperemos que em Setembro se faça a devida justiça editorial.
 
 
 
 
Publicado por vozeslivresmacao às 20:02
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MAC REFLORESTAÇÃO

É um rigoroso exclusivo.
A reflorestação em Mação já tomou conta dos …telhados.
 
 
Descubra se quiser.
Olha se os suecos descobrem esta…maravilha da natureza
 
Luis Sergio Silva
Publicado por vozeslivresmacao às 19:51
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Brejo, Serra do Bando

 

E CAI A NOITE

 

  (Brejo)
  
Quantos maçanicos precisarão de subir até este santuário do Chão do Brejo, nesta abençoada Serra do Bando, para se aperceberem da obra que o Criador aqui lhes deixou para que a continuassem, ou, no mínimo, para que com ela, no final de mais um dia, se maravilhassem?
 
 
Publicado por vozeslivresmacao às 13:14
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UM LAGAR ou DE COMO RECUPERAR UM LUGAR

 

Não há muito a dizer.
As imagens valem por si.
 
    
 
Ou, de como da recuperação devidamente enquadrada de um velho lagar se criou agora, para regalo de todos nós, a Herdade do Regato.
A dois passos de Mação.
A23 acima, na saída para Alcains, saia e dirija-se à Póvoa de Rio de Moinhos.
Em 10 minutos, depois, pode almoçar ou jantar.
Se disser que vai aqui destas bandas tanto melhor pode calhar.
 
Quem disse que os lagares da radiosa Vila de Mação (o da rua Luís Camões e aqueloutro junto à Ponte da Ribeira de Mação) não poderiam ter igual destino?
 
Publicado por vozeslivresmacao às 12:53
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VILA DE REI : UMA RAINHA ENTRE O POVO

 

(FOTO: A bica na esplanada do CineTeatro)
 
Na esplanada de Mação a sensação de que o tempo por estas bandas parou.
(Ingratos, dirão alguns, só sabem dizer mal da sua terra! Apesar de tudo sempre de regresso.
Em Agosto, sim, pensando no gosto de um outro Agosto que Mação poderia oferecer!
 
 
 (FOTO:Gazelas artesanais na Feira)
 
Já em final de festa, um pulo à Feira dos Enchidos de Vila de Rei.
De cada vez que ali nos deslocamos, a estranha sensação de que Mação parou no tempo por deliberada vontade da força política que há mais de trinta anos nos(des)governa.
Quem se lembra de Vila de Rei há uma dúzia de anos?
Quem se atreve a questionar o desenvolvimento industrial/comercial, a olhos vistos, dentro e fora da Vila?
A última avenida de acesso a Vila de Rei, para quem vem de Mação, por Amêndoa, ou Louriceira, mete a envergonhada estradita que liga Mação à A23.Ouviram bem, liga Mação à A23. Em Vila de Rei passeamo-nos, agora, por uma avenida de luxo, com duas faixas, ladeadas de laranjeiras e aloendros que liga a vila a umas terrinhas (como tanto gosta de dizer o nosso presidente) como Boafarinha, S.João do Peso,  etc.
 
 
 
  (Foto:Rancho de Santo António da Serra, Machico, Madeira)
 
A presidenta Irene passeava-se pela feira, desempoeirada, sorridente, contactando com todos os participantes a quem entregava uma lembrança pela sua participação.
Ah! numa feira que tem só a duração de …uma semana.
Quer dizer que os vilaregenses acreditam.
Souberam dar a volta.
Mais palavras, para quê?!
Publicado por vozeslivresmacao às 12:43
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Geração "Low Coast"

 

Companheiros,
 
Depois da disputa verificada na disputa de cotas turísticas, concretamente entre as companhias de aviação na pratica de baixos custos a que se designou de “low coast” (desculpem se estou errado), entendida como uma forma de luta contra uma situação de crise que era vivida pela viação civil e que levou à aquisição ou agrupamento de empresas, vemos surgir agora esta designação aplicada à n/ juventude: “juventude low coast”. Sinal dos tempos e sinónimo de esperança na capacidade de serem eles a inverter toda uma situação e mentalidades que erradamente a ela conduziram.
Falaram na “geração rasca”, termo mais que apropriado aquela que tem dominado e gerido este país nos últimos 34 anos.
Nós, naturalmente que nos poderíamos situar na fronteira, entre os rascas e os low coast.
Quando no dia a dia nos vemos confrontados com notícias que nos revelam a prática de actos que deveriam em primeiro lugar envergonhar quem os pratica e em segundo merecer a intervenção de quem manda ou tem alguma autoridade neste país, que ainda não “bateu no fundo” mas para lá caminha. Ministros, Presidentes da Republica, ninguém. Não refiro a justiça, porque infelizmente e conforme sabemos, são poucos os que pensam e agem no sentido de mudar alguma coisa no sentido positivo. São cilindrados, conforme vimos pela decisão tomada por três digníssimos juízes vai para 2 semanas. Prevalecem os interesses económicos, como sustentáculo do poder político. Nem os nossos iluminados deputados se preocupam com esses problemas. Defendem o seu lugar à semelhança de toda uma elite dirigente e pouco ou mal formada.
Quando as estruturas políticas são incapazes de olhar para fora e buscar novas esperanças, apostando sempre nos mesmos, no fundo colaboradores de toda uma situação que vivemos, aprofundam-se os motivos e as razões de descrença no sistema. Temos que apostar fortemente em algo de diferente: na nova geração, na qual poderá residir a capacidade e possibilidade de voltarmos a acreditar e ter esperança?
Pessoalmente, acredito que o sistema há-de vir a ter essa inversão. Considero-me na fronteira que referi e agradeço a todos aqueles que comigo, ou como eu queiram participar na inversão que é necessária, se manifestem. Independentemente das forma ou atitudes.
 
Manuel Pires
Publicado por vozeslivresmacao às 11:57
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