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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

SINTO-ME ATERRORIZADO!!!

Hoje em Mação, na Assembleia Municipal, discutia-se o Orçamento e Plano para 2009, entre outras matérias. Para minha estupefacção, habituados a um inexistente contraditório e  a uma oposição dividida entre si em Mação o quero posso e mando tem sido regra. Nos últimos tempos, porém, a existência deste blogue, Vozes Livres de Mação, para além de artigos no mensário paroquial Voz da Minha Terra têm feito alguma mossa no executivo que entendeu fazer, hoje, pela voz do vereador Almeida um sério aviso a todo os que ousam “denegrir” a imagem da Câmara.

Almeida prometeu para muito em breve uma intervenção que gastará até ao último euro do orçamento da Câmara (pasme-se!!!) para limpar todas as nódoas.

 

Perante este acto de terror, sinto-me intimidado e amedrontado no desempenho das minhas funções na Assembleia Municipal, enquanto membro da oposição.

 

Sinto claramente que o meu futuro depoimento no Tribunal de Mação, na qualidade de testemunha do arguido José Henriques Matos contra o qual o Municipio de Mação moveu uma acção, pode vir a estar condicionado devido às declarações da Senhor Vereador José António Almeida. Sinto também que outras testemunhas do processo ficaram atormentadas com as palavras do Senhor Vereador.

 

Tudo isto se esta a passar num concelho do Portugal de Abril, em Mação.

 

O Senhor Vereador não consegue ver que as suas posições é que estão a denegrir o municipio de Mação e os seus representantes, formando nódoa sobre nódoa.

 

 

 Quem não deve, não teme.

 

O vereador Almeida ao "investir até ao último cêntimo" do Orçamento da da Câmara para 2009 num tira nódoas, está afinal, a reconhecer, implicitamente à admitir que a Câmara tem nódoas. 

 

Luis Sergio Silva

 

Publicado por vozeslivresmacao às 17:07
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PRESÉPIOS NO CONCELHO DE MAÇÃO

Cortesia da animo30.wordpress.com

 

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Presépio de Chão de Lopes, Mação.

A ânimo fez, esta tarde, uma ronda por alguns dos presépios instalados ao ar livre nos concelhos de Mação e Vila de Rei. Está em Chão de Lopes o Presépio vencedor. Uma ternura.

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A caminho de Cardigos.

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O Presépio de José António Martins, em plena Praça de Cardigos. Aplaudindo, desde logo, a sua intervenção, parece-nos um presépio excessivamente criativo e que quase anula, tão minúscula se mostra, a Cabana do Menino. As construções parecem excessivamente realistas e algo agrestes na cor escolhida. Fica a sugestão de conseguir alterar o estado de coisas recorrendo a cores mais suaves e, sobretudo, atapetando-o com muito mais musgo. Se assim for aceito tudo quanto nele fervilha actividade desde a cena da padaria, que muito me tocou, passando pela venda de presuntos e enchidos e, até mesmo, o pormenor do homenzinho de cócoras…Parabéns pelo empenho.

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Os pastores, os privilegiados para a Boa Nova do Nascimento do Menino.

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Para o ano, Cardigos vai ter uma gruta muito maior e…mais acolhedora.

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Um pulo até Vila de Rei.A noite apressou-se.

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Simples e com uma Gruta de pesadas rochas feita.

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Junto da Albergaria D.Dinis, um outro Presépio, a céu aberto. Chovia na altura em que o visitámos. Figuras gigantes, despojadas, ao frio e ao vento.Talvez a melhor imagem do que significou o Nascimento de há dois mil anos e que S.Francisco de Assis para sempre eternizou, ele, o irmão menor que, também, um dia se despojou da sua riqueza  em busca de uma Riqueza Maior.

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Mação, pois então.

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Os “Três Reis Magos”….

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E o Presépio Rupestre de Mação. Agreste, ou talvez não?

Esta proposta “pensada pela autarquia“, como pode ler-se no folheto distribuído pela própria, “esta surpreendente iniciativa que parte de fora da comunidade científica” - um pouco mais de humildade não ficava mal… -deixa-nos meio perplexos exactamente por isso mesmo: Mação, que tudo tem feito para salvaguardar as suas gravuras rupestres ( c0nfesso que ainda não sei quantas gravuras são, qual o seu significado e importância histórica, entre outros aspectos , problema meu, talvez ) em detrimento da preservação do seu património histórico construído em contínua e acelerada destruição - ao contrário dos planos já aprovados e divulgados por autarquias vizinhas, vivendo, portanto, idênticos problemas, como sejam Vila de Rei e Constância - Mação, dizia, quer dizer, quem lá na Câmara “pensou” nesta iniciativa, está a convocar-nos, afinal, para uma utilização abusiva das gravuras para o que der jeito! Hoje para um presépio, amanhã, vá lá saber-se , talvez para uma qualquer campanha eleitoral em que se pega numa determinada gravura, acrescenta-se-lhe, uns”braços levantados em acção de graças” ou “a segurar nas mãos um sol” ou, ainda, põe-se-lhe “um animal aos ombros”!!!

Tanta criatividade que até os próprios rupestres estarão, a estas horas, fartos de dar voltas nas suas antas funerárias admirados com as suas façanhas artísticas.

 Anta de morte para anunciar a vinda e a Vida do pobre Menino.

É o que faz tomar iniciativas  ” que partem de fora da comunidade científica”. A propósito, senhores académicos, podemos, então, saber o que pensam e, já agora, explicar o mistério que corre por Mação inteiro de um porco rupestre que acompanhava as ditas gravuras e que sumiu para bem longe dos quadros bíblicos assim invocados. E não é que o porquinho, dito rupestre, vem bem anafadinho, ao contrário dos enfezados bicharocos espalhados por algumas paredes de Mação?

Nada contra o nosso  património e tudo o que se faz para o defender. Areia para os olhos, não. Ou como dizia uma velhinha, há dias, “o que é que fazem aquelas coisas ali em pé?! Ou, uma outra, “mas quando é que põem lá na gruta as figurinhas do presépio”? Já agora, ao menos, podiam ter revestido o luxuoso parquet daquela assoalhada com mantas do musgo das nossas serranias. As tais, aí sim, onde viveram os nossos tão criativos antepassados!

 

 

antónio colaço

 

Publicado por vozeslivresmacao às 17:01
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

BALANÇO NA HORA

Em 2005 candidatei-me a Presidente da Assembleia Municipal com a frontalidade de quem, nunca escondeu a sua condição de deslocado em Bruxelas, mas não desligado de Mação e do seu devir colectivo. Estes três anos que levo de mandato deixam-me de consciência tranquila relativamente a esta permissa. Apesar de deslocado estive permanentemente presente. Apesar de longe, como gostam de me « mimar » os meus inimigos políticos, nunca estive tão vigilante, tão atento, tão activo no papel de uma oposição que, para afirmar a diferença não se acanha, não se intimida e não receia a divergência política. Esta postura custou-me indefectíveis « ódios de esti(M)ação. Resisti, resisto e resistirei sempre, por que não sou homem de quebrar, mas de dobrar os cabos das « Tormentas » que se levantam a cada momento.
Contra os ventos do cepticismo, fiz-me ao mandato na base de um compromisso simples, embora ambicioso: tornar a Assembleia Municipal mais próxima dos munícipes, tirá-la de Mação onde quase sempre se reúne sem se dar por ela, dar-lhe voz e destaque, torná-la fórum de discussão estratégica e adequado palco à afirmação da nossa identidade local e recuperação da auto-estima. No respeito de todos aqueles que em mim votaram, assumi o mandato, cumprindo o meu compromisso eleitoral. Nesta base, propus a realização de assembleias municipais descentralizadas, a alteração do regimento por forma a permitir um melhor funcionamento da Assembleia e, sobretudo, a consagração do direito de petição junto da Assembleia Municipal por parte dos munícipes. A tudo isto, a maioria PSD disse NÃO, fazendo falar o peso da maioria, mas sem o peso da argumentação artilhada.
Estive até aqui, como é meu inalianável direito, na linha da frente da denúncia de actos, processos e práticas da autarquia que, no meu entender, no respeito das normas constitucionais e legais em vigor, deveriam ser sujeitas ao escrutínio das entidades competentes para apreciar, julgar e sancionar, se necessário fosse, tais práticas, actos e processos. Pretendo continuar a fazê-lo, com a mesma determinação, até ao final do presente mandato.
De igual forma, lavrei e apresentei requerimentos múltiplos sobre assuntos do interesse da autarquia, os quais foram considerados, ridiculamente diga-se, por quem tem o dever de resposta, causa de paralesia da actividade camária. A paralesia existiu e existe na Câmara Municipal, mas essa não se deve, nem se deveu, aos requerimentos do PS, mas sim a outras causas que não a nossa vontade de fazer cumprir cabalmente o mandato que nos foi confiado pelo Povo. Os requerimentos e as suas respostas, quando existiram, permitiram confirmar que as perguntas formuladas eram maioritariamente pertinentes e incómodas. Estranho ainda é que muitas das perguntas continuem sem resposta, ao que sei não apenas em sede da Assembleia Municipal, mas também da Câmara. Não reclamo para mim a exclusividade da interpelação, como se sabe ela não foi, e não é exclusiva, razão pela qual o exercício da oposição faz e tem sentido.
Em contrapartida, nunca como neste mandato, a Maioria PSD passou ostensivamente as marcas do respeito e da decência, entrando pelo caminho torpe da injúria e da difamação na pessoa de alguns do seus membros. Reitaradas vezes, demasiadas até, as fronteiras da saudável e crispada disputa política, foram deslealmente violadas, e grosseiramente toleradas por quem tinha a obrigação institucional de manter contidos os excessos. Os excessos serão apreciados nos tribunais, a quem compete apreciar a responsabilidade daqueles que fizeram da calúnia e da difamação o seu lema de vida.
Não se estranha por isso que, no corrente mandato, de forma inédita, a maioria PSD tenha sido confrontada com uma moção de censura política, cujo conteúdo falou por si quanto à indignação da minoria socialista relativamente aos comportamentos políticos e institucionais recorrentemente censuráveis. Não raras vezes neste mandato a minoria viabilizou o debate e votou mesmo favoravelmente assuntos do interesse concelhio, mesmo quando os documentos que lhe davam causa não foram submetidos à sua prévia e atempada apreciação. Nestas ocasiões, a oposição dava jeito, noutras, em que se questionaram opções, a oposição foi apelidada de força de bloqueio, do contra portanto, contra tudo e contra todos.
Não sou um fundamentalista censor do PSD e da sua Maioria. Pois, como é sabido, também soube estar ao seu lado, na defesa de posições públicas favoráveis aos interesses do concelho, como foi o caso da não integração do concelho na concessão de estradas da Beira Interior, mas não aceito que esta posição seja explorada e aproveitada para encontrar fissuras no seio do PS como foi feito em coluna assinada neste jornal pela JSD (Setembro 2008).
Se a cegueira do bota-abaixo não move a minha conduta política, nem a escolha irracional de inimigos públicos ilumina o meu caminho, também é verdade que não branqueio o facto daqueles que iniciaram o mandato numa cruzada sem igual em defesa da ética e do exclusivo da sua titularidade, tenham entretanto, levianamente colocado essa mesma ética na gaveta, seja nos negócios, seja no cumprimento dos seus deveres políticos e constitucionais, seja na privatização dos espaços públicos.
No plano da acção política o ano de 2008, e o presente mandato, representam muitas falsas partidas. Alguns exemplos: a sangria humana não estanca. Os projectos estruturantes não aparecem. A biomassa falhou. A zona industrial de Cardigos não descola. A de Envendos está remetida ao silêncio. As vias estruturantes passam-nos ao lado. O património urbano definha. As aldeias estão entregues à sua sorte. Os investimentos no saneamento e águas não arrancam. As variantes não progridem. Os projectos turísticos não se vêem. E o mandato abeira-se do fim …


Eu fiz o meu balanço.

Faça o leitor o seu.

Em 2009, o seu voto será o balanço final.

 

 

João Paulo Almeida

Publicado por vozeslivresmacao às 14:27
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Sábado, 27 de Dezembro de 2008

Fuga do Reco Rupestre para o Egipto

 

Depois dos 3 Reis Rupestres junto da Câmara Municipal, da Anta Funerária com salamandra rupestre junto da Matriz, ainda faltava uma cena para completar o quadro natalício e, assim resolve-se a cena do Reco desaparecido, nem mais, nem menos do que, a fuga do Reco rupestre para o Egipto, perdão, para o Largo Samuel Mirrado, eis agora, a cena da Fuga do Reco Rupestre para o Egipto escapando à saga assassina da sangradeira de Herodes!

 

Publicado por vozeslivresmacao às 17:19
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Quarta-feira, 24 de Dezembro de 2008

ANDA KA TU ... RECO

 

 

Segundo os relatos dos transeuntes, Baltazar, Belchior e Gaspar chegaram a Mação, mas ... numa versão muito paleolítico de fibra.

 

Traziam com eles um PORCO para oferecer ao menino Jesus ...!!!

 

Foi ainda construída uma espécie de cabana, tipo anta, mais do género do paleolítico em fibra.

Quando chegou o momento de fazer o presépio ... alguém se lembrou que o menino Jesus ainda não existia na época do paleolítico!!!! 

 

Lá se foi o presépio ... e o porco!!!

 

 

POIS ... é NATAL.

 

Fique mas é com o PAI NATAL ...

 

 

 

Dá-se recompensa a quem conseguir localizar o ... RECO (porco)

 

O RECO já foi localizado:

 

Foto gentilmente cedida por: (Fotos: Produções RR - Recos Rupestres SA) 

  

Vamos esperar que alguém tenha a ideia de lá colocar o José, a Maria e o menino até á meia noite de hoje!!! E no dia seguinte, os reis magos e o porco!!!

 

Afinal sempre foram os paleolíticos na forma de Adão e Eva que deram origem a José e Maria, e posteriormente a Jesus. Este é um tema que eu sempre tive a curiosidade de ver discutido num Fórum entre Padres, Historiadores, Antropólogos, Filósofos, entre outros espécimes!!!

 

 

 

 

 

 

 

A todos um BOM NATAL E FELIZ ANO NOVO, são os votos deste vosso amigo.

 

 

Luís Sérgio Silva

 

Publicado por vozeslivresmacao às 17:00
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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

MALDITA MINISTRA DA EDUCAÇÃO

 

Agora sim, já sei as razões porque 150.000 profes se juntaram numa manif em Lisboa, exigindo a demissão da Maria de Lurdes Rodrigues. Realmente a saúde da classe passa por um grande perigo. O que a Ministra anda a obrigar os profes a fazer, não merece outra atitude.
Um dia destes, cansado de ver telenovelas da TVI e da SIC, encaminhei os meus passos para o Tribunal do Mação, a fim de assistir a uma telenovela da vida real: aquele julgamento que mete jornais, fogos florestais, urbanizações, construções e outras coisas mais. Mal me havia sentado, no meio de  muitos mirones, calhou começar a falar aquele profe de Cardigos, que em tempos que já lá vão, foi edil na Casa Grande, figura, aliás, bem conhecida no Mação. Mas quem o viu e quem o vê! Inquirido sobre se conhecia o Sr. José Henrique, uma figura que nos traz à memória o saudoso Pavarotti, e que não há ninguém que não conheça, quer no condado do Mação, quer nos condados vizinhos, afirmou ter dificuldade em reconhecê-lo. Ambos são frequentadores habituais da casa da Dona Rosa, o que torna estranho aquela afirmação. Como está aquela cabecinha! Mas mais, perguntado pela localização das urbanizações em causa, afirmou não saber onde estavam situadas, o que só uma grande perturbação no seu cérebro pode justificar tal desconhecimento, uma vez que, na qualidade de edil da Casa Grande, o processo teve que passar-lhe pelas mãos.
Como tenho o hábito, que vem de longa data, de cuscar as conversas à minha volta, fiquei a saber que a cabeça do infeliz profe se esvaiu completamente desde o momento em que começou a preencher aquela variedade de formulários que a malvada da Ministra remeteu às Escolas, para efeito das avaliações. São tantos os papéis e tão difíceis de preencher que a cabeça mais forte não resiste e colapsa. Cusquei ainda, que o malfadado profe de Cardigos, já consultou os mais eminentes especialistas em neurologia da capital do império, mas os resultados, infelizmente, foram os que se puderam apreciar na sala do Tribunal.
 
                                                                                                    
Cabo Emídio II
Publicado por vozeslivresmacao às 13:37
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REPORTER ESTRÁBICO (um cronista periclitante)

REPORTER ESTRÁBICO (um cronista periclitante)
 
- FAÇA COMO EU! SORRIA MESMO QUANDO LHE APETECE GRITAR. –

(Há gente que, desde que o repórter fez uma pausa até engordou …)

 

Estas gravuras são do tempo da Maria Cachucha? Hhuumm…Talvez sim ou não.
Uma coisa é certa: situam-se em Mação, as fragas onde estão desenhadas.
Do tempo da Maria Cachucha, tem como significado popular: Muito antigo.
Origem: A cachucha é uma dança espanhola a três tempos, em que o dançarino, ao som das castanholas, começa a dança num movimento moderado e vai acelerando até terminar num vivo volteio. Esta dança teve uma certa voga em França, quando uma célebre dançarina, Fanny Elssler, a dançou na Ópera de Paris.
Em Portugal, a popular cantiga Maria Cachucha (ao som da qual, no séc. XIX, era usual as pessoas do povo dançarem) era uma adaptação da cachucha espanhola, com uma letra bastante gracejadora, zombeteira.
Se calhar sem saberem que em Mação também se dança a cachucha e a três tempos. Os dançarinos, ao som de castanhadas, começaram a dança num movimento moderado à trinta anos, foram acelerando, pouco, até há 9 anos, e de então começaram a afrouxar num lento volteio que se espera, termine já no ano que vem. Até lá, vamo-nos aguentando com estas pinturas, bastante gracejadoras e zombeteiras.

Bom Natal

 

Publicado por vozeslivresmacao às 13:30
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Domingo, 21 de Dezembro de 2008

AVÔ SÓ TENHO UM, O BOTICÁRIO E MAIS NENHUM

 

Interrogam-se muitos e-leitores dos motivos que levam o Prefeito a invocar permanentemente o falecido avô boticário e jamais tenha nomeado o nome do seu avô do ramo paterno. Razões inteiramente desconhecidas. É das leis da natureza que ninguém pode ter um só avô, por muito que não goste dele, como tudo indica seja o caso em interrogação.
Quem conhece a história do Mação dos últimos decénios, reconhece que o avô boticário não é a figura local que o Prefeito , agora, pretende criar, tratou da sua vida e pouco mais, mas adiante.
O avô do ramo paterno do Prefeito é um maçanico que emigrou para Angola, em meados do século passado. Casou, em primeiras núpcias, com uma senhora de origem angolana, trabalhou muito e criou um grande império, com interesses na agricultura, no comércio e nas pescas. Desse primeiro casamento nasceram, em Angola, cinco filhos, onde, aliás, também nasceu o Prefeito. Na década de 50, do século passado, mandou construir um edifício, na Rua Francisco Serrano, em traça moderna, que ainda hoje se destaca pela sua originalidade. Por contingências da vida o prédio mudou de dono, mas mantém-se em excelentes condições de conservação.
O 25/A e a consequente independência de Angola, obrigaram o avô desconhecido e os familiares, entre os quais o Prefeito, a virem para a Metrópole, denominação dada pelos colonialistas a Portugal. Casou, entretanto, em segundas núpcias, alienou a bela casa da Rua Francisco Serrano, deixou de aparecer pelo Mação e, faleceu, em data que não é possível precisar.
 
                                           
Cabo Emídio II

 

Publicado por vozeslivresmacao às 17:57
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Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

Vales de Cardigos em Força na Net

 

Aqui ficam alguns links:

http://valesdecardigos.no.sapo.pt

 

http://valescardigos.blogspot.com

 

http://www.valesdesaojacinto.com

 

 

 

 

Publicado por vozeslivresmacao às 14:21
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

Ministro admite retirar garantias à banca

Caso não conceda crédito às empresas

O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, admitiu que o Governo pode retirar as garantias que deu à banca se as instituições não acederem em dar crédito às empresas.

 

Em declarações aos jornalistas, ontem à noite, à saída de um jantar organizado pelo Clube do Chiado, em Lisboa, o governante afirmou que a possibilidade de o Estado vir a retirar as garantias que deu à banca no âmbito da actual crise financeira “poderá ser um cenário extremo”.

“Havendo incumprimento das condições da garantia”, esse é um cenário que se poderá verificar, clarificou o ministro.

Em Novembro, o governo disponibilizou um pacote de 20 mil milhões de euros de garantias à banca, para as instituições conseguirem obter mais facilmente financiamento no exterior e, assim, continuarem a fazer escoar o financiamento para as empresas e para as famílias.


Na segunda-feira, o primeiro-ministro e o ministro das Finanças já tinham feito um apelo à banca para que esta emprestasse mais dinheiro às empresas, de forma a reabilitar a economia portuguesa, numa altura em que se multiplicam as queixas de que, apesar das linhas de crédito abertas, o financiamento continua a não chegar às empresas.

“Temos que exigir aos bancos, com base nas garantias”, que emprestem dinheiro às empresas, acrescentou hoje Teixeira dos Santos, notando que é preciso “recordar-lhes que obtiveram garantias para concederem crédito”.

 

 

Então Senhor Ministro!!!

Não se esqueça que somos donos de dois bancos CGD e BPN!!!

 

Ou então, o Senhor Ministro já não manda nada .... ou seja todos nós!!!

Para não dizer o Governo ....

Publicado por vozeslivresmacao às 16:35
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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

OLHA SE A MODA PEGA ...

Jornalista que atirou sapato a Bush tem um braço e costelas partidas

 

Em plena conferência de imprensa, domingo à noite, Muntazer al-Zaidi, jornalista da cadeia de televisão Al-Bagdadia, lançou um par de sapatos contra Bush, que se encontrava de visita ao Iraque.

Entretanto, a New TV (NTV), um canal de televisão libanês, conhecido pelas suas posições contra os Estados Unidos, ofereceu um emprego ao jornalista durante o noticiário televisivo, segunda-feira à noite.

Caso aceite, o jornalista será pago "a partir do momento em que lançou (o primeiro) sapato".

 

 

Olhem se toda a administração publica escolhesse esta forma de luta ... fujam que eles vêem aí !!!

Então este tipo de protestos na Assembleia da Republica no debate quinzenal, seria melhor que uns quaisquer Gatos Fedorentos, CQC, Neto e Falâncio ...

 

Publicado por vozeslivresmacao às 15:21
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RECORDAR A INFÂNCIA E JUVENTUDE EM ANGOLA

 

Aquele mimoso boletim informativo da Casa Grande, que duas simpáticas jornalistas editam, e no qual, o Alcaide do Largo Samuel Mirrado, supondo-se um George Clooney, surge profusamente fotografado, nas mais diversas situações, apresenta na sua última edição, e sob o título “Idosos Visitaram o Zoo”, a fotografia de um pequeno grupo de pessoas, acompanhadas do Alcaide.
As más línguas do costume, logo afirmaram que o Alcaide integrou este grupo de idosos, para, muito sub-repticiamente, iniciar a sua campanha com vista ao acto eleitoral do próximo ano. Mas não é verdade; o Alcaide que está sempre indisponível para atender os munícipes, por falta de tempo, pretendeu apenas aproveitar esta visita ao Jardim Zoológico, em tão agradável companhia, para matar saudades dos seus tempos de infância e juventude em Angola, revendo leões, crocodilos, macacos e outros bicharocos da pátria do Zédu.
 
                                         Cabo Emídio II
Publicado por vozeslivresmacao às 05:25
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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

O ÂNIMO ESTÁ DE VOLTA ....

Aqui fica um extrato do novo ... velho blog da ÂNIMO

 

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ânimo

para tornar os dias mais leves

 
 

 

Declaração de interesses: é uma estranha sensação esta de publicar com um delay, perdão, com um tão assinalado distanciamento entre o acontecido e a sua pública notícia. Não vivo ao ritmo deste blog, quer dizer, a notícia do que teve lugar é sempre posterior mas, convenhamos, a distância tão distanciada, assim, passe o pleonasmo, acarreta esta sensação de preguiçosa incomodidade. Sei e cultivo a dinâmica da expectativa do que vai acontecer mas outro é o tempo de edição sobre o acontecido.

Chega.Vamos servir, por hoje, uma solução de compromisso. Façamos, então, de conta, que hoje é mesmo Sábado e Domingo. Esqueçam a denunciadora janelinha ali em cima. De Lisboa a Mação com paragem por Abrantes ( que, na realidade, ainda não sabia se teria lugar) e, mesmo, uma saltada a Castelo Branco (também não estava nos planos!) subamos a A23. A nossa vez!

 

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Vasco da Gama.A melhor decoração natalícia.

dez14o

Mação. Há que aproveitar a pouca luz para apanhar o tradicional musgo.

dez14n

Noite feita,uma a uma, lá foram surgindo as “mantinhas” do fofinho musgo.

dez14f

Mação, tem graça, sim, esta espécie de nórdica floresta .

dez14a

O musgo espera, por agora.Para a Matriz e em força para o Concerto de Natal.

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O Grupo “Os Maçaenses”

dez14g

A Filarmónica União Maçaense.

dez14h

O Quarteto de Águeda.

dez14d

O Coral de Águeda superiormente dirigido pelo Maestro Paulo Neto, um filho de Mação.

dez14k

Nem presidente, nem vereador da cultura, da Câmara de Mação,ambos ausentes! Ninguém da autarquia para lhe dar um abraço e reconhecer, publicamente, a brilhante carreira de Paulo Neto.

dez141

O Adeste Fidelis cantado por todos. Muito frio, pouca gente,  que, apesar de tudo, conseguiu com o calor dos seus aplausos, animar e sublinhar o empenhado esforço  dos nossos artistas amadores.

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De regresso ao aconchego do lar, mãos à obra. O tradicional presépio não pode esperar. Apesar da chuva que cai incessantemente, o musgo e o pinheiro já cá cantam. O pinheirito foi observado durante todo o ano. Veio directamente do Vale das Árvores. O musgo, esse, das curvas da estrada municipal que liga Mação à estação CP da Ortiga. A gruta aí está. A cortiça, dos sobreiros do Vale, emprestam-lhe o ar de rocha. Vem à memória  a arte da minha professora primária, em Cardigos, a Menina Conceição, que “construía” rochas com um tal realismo que me deve ter influenciado para sempre: papel pardo, ou lá o que era, com aquele ar cavernoso bem espelhado.

dez14xa

Ainda tenho o privilégio de conservar algumas  figurinhas dos tempos de juventude. As outras fugiram à chinesa invasão sendo, ainda, das iniciais, a barro, portanto.

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A árvore de Natal fica inteiramente a cargo de Meninha.Ninguém como ela para distribuir laços, lacinhos, bolas e bolinhas mas, sobretudo as luzinhas.

dez14t

E pronto, o pobre e enregelado Menino ali vai ficar estes dias todos. O que lhe vale é o calor da lareira, quer dizer e o lugarzinho que ocupa nos nossos corações.

dez14ab2

Um salto até Castelo Branco. A felicidade do instante de um arco-íris ali para as bandas de Vila Velha de Ródão.dez14ac

Para “os de Mação” a A23 configura uma nova e agradável centralidade. Muito caminho está por andar no que a intercâmbio socio-cultural pode ser feito com Castelo Branco.

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No interior do novo espaço “Allegro”, passe a publicidade, a atenção virada para diversas fotografias antigas da cidade (ocultando estrategicamente as lojas ainda vazias). Esta, em especial, porque retratava os ancestrais mercados dos albicastrenses. E não é que ao fotografá-la uma voz me segreda, “oh, amigo, che quijer tenho o original, sempre é melhor!!”. Nem mais nem menos que o autor da dita, de seu nome, Pedro Barata. E lá travámos um tão curta quanto agradável conversa sobre as implicações desta grandes superfícies na vida do comércio local.

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Independentemente da opinião que se tenha, a verdade é que estes espaços estão repletos de gente e no que à animação cultural diz respeito se o pessoal não aparece nos concertos toca a concertar os passos e deslocarmo-nos até ao pessoal. Foi o que esta Tuna Académica fez. Ignoro quem são, não deu tempo para isso.Um lapso imperdoável que algum leitor albicastrense pode reparar, escrevendo-nos!

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Antes do regresso a casa, a passagem obrigatória pela Pastelaria Montalvão, passe a publicidade, outra vez, não só para biscoitar no local, como, sobretudo, levá-los connosco para acompanhamento de outros tantos chás caseiros. Falo-vos dos Biscoitos de Castelo Branco. Prontos a “esfarelarem-se” na boca, tão frágeis e delicados, parecem ser feitos de acúcar algum, deixando na avidez do palato um pequeno rasto de saboroso azeite que nos ilumina  o estomago por muitas horas. De comer e …biscoitar por mais! Sei de uma televisão, em Lisboa ,onde fazem sucesso na sua régie!…

 

antónio colaço

Publicado por vozeslivresmacao às 22:30
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UMA ALTERNATIVA “PARA IR A VOTOS”

Manuel Alegre (na foto ao lado de Francisco Louçã) criticou as políticas do Governo

Encontro: Fórum das esquerdas decorreu na Aula Magna

Construir uma alternativa de poder é o novo tabu que é preciso quebrar." As palavras são do deputado e histórico dirigente socialista Manuel Alegre, que, desta forma, confirmou o que há muito se especulava: poderá estar para nascer um novo partido ou um movimento de alternativa à esquerda.
A reconfiguração da Esquerda implica a capacidade e a vontade de construir uma perspectiva alternativa de poder. Esta é a nova coragem que é preciso ter: a coragem de virar a página e construir a nova esperança de uma nova alternativa', acrescentou Manuel Alegre no encerramento do Fórum das Esquerdas que ontem teve lugar na Aula Magna, em Lisboa.

No final, questionado sobre quais as suas reais intenções na criação de uma alternativa, o deputado comentou: 'É para ir a votos. Não sou eu que defendo a insurreição.' E a campanha parece já ter arrancado.

Durante o discurso, Alegre lançou fortes críticas ao Governo, ao mesmo tempo que manifestou solidariedade para com todos os 'camaradas socialistas' que estão descontentes com as políticas deste Executivo. Ou seja, com os desempregados ou com os trabalhadores precários, com os professores 'que lutam pela suspensão de uma avaliação absurda' e com os que 'se manifestam, resistem e protestam contra o novo Código de Trabalho'.

Para Manuel Alegre 'há qualquer coisa do avesso quando o Código de Trabalho é elogiado pelo presidente da CIP', 'há algo de obstinado e cego e surdo quando se insiste numa avaliação por quotas, administrativa e economicista'. O deputado defende que este é um tempo para estar 'ao lado dos desempregados e desfavorecidos e não para, à custa dos dinheiros públicos, salvar um banco privado que administra grandes fortunas.

Perante uma plateia em que estavam presentes bloquistas, renovadores comunistas, Alegre defendeu que a Esquerda tem de 'crescer cívica e politicamente'. Mas ressalvou que não é sua intenção 'reescrever a História que está escrita, nem novos dogmas'. Mais: 'Ninguém é proprietário da Esquerda, ninguém tem o monopólio da verdade.'

 

 

 

FRASES

 

 

'Não estamos aqui para salvar bancos que administram fortunas.'

'Uma palavra aos meus camaradas socialistas professores que, com muitos outros, lutam por uma suspensão de uma avaliação absurda.'

'Há qualquer coisa de errado quando o novo Código de Trabalho é elogiado pela CIP.'

'Ninguém é proprietário da Esquerda, ninguém tem o monopólio da verdade.'

 

 

Manuel Alegre

 

IN CORREIO DA MANHÃ

Publicado por vozeslivresmacao às 17:45
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SEGURO ESTUDA AVANÇO CONTRA SÓCRATES

JOÃO PEDRO HENRIQUES

 

PS. Começaram as movimentações para o próximo congresso dos socialistas (início de 2009). António José Seguro está a ponderar a hipótese de avançar contra Sócrates. A ala esquerda tenta condicionar as listas de deputados e o programa eleitoral

Deputado pressionado pela ala esquerda do PS

António José Seguro está a ponderar uma iniciativa própria para o próximo congresso do PS (Janeiro ou Fevereiro de 2009). Poderá animar a discussão de uma moção alternativa à de José Sócrates ou mesmo uma candidatura a secretário-geral.

O deputado e ex-ministro adjunto de António Guterres já começou a avaliar junto de camaradas seus, nomeadamente no grupo parlamentar, as condições para avançar. Ouvido ontem pelo DN, revelou-se lacónico: "Sou em quem decide o meu caminho e ninguém me empurra para lado algum." No sábado reunir-se-á em Lisboa a comissão nacional do PS, para marcar a data do congresso e as eleições directas do secretário-geral.

Manuel Alegre é um dos que alegadamente estará a "empurrar" Seguro para uma candidatura. O vice-presidente da Assembleia da República já disse várias vezes que depois da sua candidatura presidencial de 2006 não voltará a disputar a liderança no partido. Mas quer que surja alguém que ponha em causa Sócrates e trave eventuais "desvios de direita" no PS.

Já em 2004, na sucessão de Ferro Rodrigues, Manuel Alegre tentou convencer António José Seguro a avançar. Este recusou e foi o próprio Manuel Alegre quem disputou a liderança com José Sócrates e João Soares. Sócrates venceu com 80% dos votos, contra 15,7para Alegre e 4,2 para João Soares.

Dirigentes socialistas ouvidos pelo DN enquadram as recentes movimentações públicas de Seguro como ocorrendo já no contexto do próximo congresso socialista.

No dia 17 reuniu, enquanto presidente da comissão parlamentar de educação, com dezenas de conselhos executivos, na escola D. Maria, em Coimbra. A escola D. Maria -a melhor escola pública do país, segundo os rankings do Ministério da Educação - tem tido papel de vanguarda na contestação à avaliação dos professores. A presidente do conselho executivo, Maria do Rosário Gama, integra as fileiras do "alegrismo".

Seguro recebeu também estruturas sindicais e terminou os encontros apelando ao "diálogo", recomendando ao Governo que seria "essencial ouvir os professores".

Antes, no dia 12, António José Seguro fora o convidado especial de uma sessão com militantes no PS de Alvalade (Lisboa), onde disse que "a arrogância não pode ser a marca de um Governo de esquerda".

Na sessão - marcada por muitas críticas de militantes ao Governo - o deputado socialista deixou o recado: "Governar à esquerda mede-se mais pelos resultados do que pelo anúncio das políticas." E acrescentou: "Governar à esquerda não é só fazer sem discutir, é discutir primeiro para depois fazer bem."

 

 

in DN

Publicado por vozeslivresmacao às 17:29
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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

O ALCAIDE PREPARA VIAGEM AOS STATES

 

Na Casa Grande, o Alcaide rodeado do “staff” feminino que habitualmente o acompanha nas viagens de “estudo” à Europa, analisa os quadros do último “Ranking das Escolas”. Mostra-se muito entusiasmado com os resultados da Escola do Mação.
Escutêmo-lo – chamei as meninas para, em conjunto, apreciarmos a classificação da nossa Escola, aquela a quem, anualmente, premiamos os seus brilhantes alunos proporcionando-lhes viagens à Europa. Como podem verificar, no passado ano lectivo, a Escola do Mação ficou colocada no 328º. lugar, em 487 escolas, o que é excelente e, ainda, ficou à frente de três escolas do nosso distrito, feito jamais conseguido. É um resultado brilhante e digno de ser premiado com uma viagem especial. Como as meninas sabem, sem o dispêndio de um oreo, já conheço grande parte da Europa e o Brasil e, num futuro próximo, utilizando esse milhares de oreos que Bruxelas nos vai enviar, para divulgação do ”Anda-Cá-Tu”, irei conhecer em profundidade toda a América Latina. Gostava, e penso que as meninas também, de conhecer a pátria do Barraca Abana, daí ter-me ocorrido, premiar os nossos excelentes estudantes, com uma viagem aos States: New York, Las Vegas, Los Angeles! Mas como bem me conhecem sou um grande democrata, e não quero decidir sem, previamente, conhecer a opinião das meninas, afirmando-vos, contudo, que estou a contar com a vossa companhia e apoio nessa, prevejo, tão maravilhosa viagem
O senhor Alcaide pode contar com o nosso acordo, responderam a uma voz as meninas do Departamento de Passeios da Casa Grande. São umas queridas, não esperava outra resposta, finalizou o Alcaide
 
Lido no Público      
                                                                        Cabo Emídio II
Publicado por vozeslivresmacao às 05:35
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Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

FORÇA, ZÉ HENRIQUE

 

Muitos dos amigos da ânimo conhecem este personagem ímpar da cozinha maçanica. O Restaurante Casa Velha, em Mação, significa para muitos de nós, ao fim de semana, um refrigério para o corpo… e a alma. O ambiente acolhedor do restaurante, onde sobressaem belíssimos paineis de azulejo retratando o Mação Antigo, que aos poucos vamos vendo desaparecer, é, desde logo, o melhor aconchego para um estômago procurando alento e algum ânimo.

E o Zé Henrique, com a sua mulher Filomena, são generosos nas doses com que nos mimoseiam a conta. Às vezes, penso que o Zé quer que o imitemos na sua avantajada figura, tamanha a generosidade, volto a referir, das  doses que nos faz descer à mesa.

Para mim, desde sempre, a imagem de marca do Zé Henrique, também conhecido carinhosamente como o … Diabo Amarelo, vejam só - acho mesmo que o verdadeiro diabo foge dali a sete pés…- é o seu galo no forno (para não falar do bacalhau à lagareiro, da sopa de pedra e, mesmo, o arroz de pato ( que, quanto a mim, só peca pelo desarranjo com que se apresenta, quer dizer, sem o chouricito, ou a fatia de bacon e a exigida fatia de laranja, encimando um arroz um tudo nada mais tostadinho, coisas que estou farto de lhe recomendar!), tudo porque o Zé, desde a primeira hora, me dizia serem os pobres galináceos oriundos das capoeiras do…seu sogro, tal a qualidade das carnes dos ditos. Para mim, à excepção do bacalhau, todas as vitualhas vêm … da capoeira ou dos campos do sogro do Zé!

Mas… o que me traz, hoje, mesmo, aqui, é que o Zé Henrique tem outro fascínio na sua vida: ele gosta de meter a colher na vida política local e pratos que não tragam o tempero adequado, cheiram-lhe a esturo e, vai daí, zurze aos quatros ventos que a comida tem que estar “ligal” como diz a Dª Ruelf da TSF! E tudi e tudi!

O Zé vai estar amanhã, quinta, pela manhã, numa outra cozinha, em nada parecida com a sua cozinha, desde logo, porque não será ele a fazer os temperos e a determinar o tempo de cozedura.

O Zé vai estar, amanhã, no Tribunal de Mação. Levado à barra do Tribunal como o único cidadão que ousou afrontar alguns destemperos do edil de Mação. Não, não é o lider da Oposição que vai estar na barra - em Mação existe uma espécie de oposição, muito mansinha, a ver no que param as modas.

Sinto um certo desconforto por isto, Zé. Tinha que to dizer. Peguei nesta sopa de letras mal amanhada, Zé, mas cheio da maior solidariedade de que sou capaz. Toma, lê, ainda está quentinha. É uma espécie de aconchego para a jornada.

Volta depressa e em paz, Zé, que estamos esfomeados.

Sim, também de Justiça. E tu, uma vez mais, a matar-nos essa fome. Faz de conta, Zé,  que hoje, eu sou o teu sogro e este é o galo que te sirvo!

 

 

 

Um grande abraço

antónio colaço

 

Publicado por vozeslivresmacao às 00:57
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CÂMARA DE MAÇÃO VAI SER INSPECCIONADA

 

IGAL-INSPECÇÃO GERAL DE ADMINISTRACÇÃO LOCAL DECIDIU
CÂMARA DE MAÇÃO VAI SER INSPECCIONADA
EM 2009
 
Afinal, o Requerimento dos deputados do PS, eleitos pelo Distrito de Santarém, começou a produzir efeitos.O VLM revelou, assim, o texto que o Gabinete do Secretário de Estado da Administração Local, Dr. Eduardo Cabrita, enviou aos deputados e que dá conta de que a Câmara de Mação já tem trabalho de casa para o início do Novo Ano.
 É, por assim dizer, uma prenda de Natal antecipada para quem, até aqui,  tem andado, impunemente, a brincar às prendinhas com a vida das gentes deste concelho. Não estamos a acusar ninguém, mas chegou a hora de os holofotes da Justiça, mais do que os das televisões vendendo gato por lebre, iluminarem, de uma vez por todas, os muitos boatos e algumas confusões  que à boca cheia vão fazendo o seu caminho entre medos vários e muitas  veladas ameaças. Acreditamos na Justiça deste país.
 
Mesmo que só ao fim de…. 30 anos!!!
 
Luis Sérgio Silva

 

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Quarta-feira, 10 de Dezembro de 2008

ONDE ESTÁ A OPOSIÇÃO?

Publicado por vozeslivresmacao às 17:40
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Terça-feira, 9 de Dezembro de 2008

SONHO DE UMA NOITE DE DEZEMBRO

 

O Mação acaba de viver três dias excepcionais de vida e movimento. Numa das suas habituais e brilhantes ideias, o Alcaide do Largo Samuel Mirrado decidiu organizar mais uma grande concentração de caravanistas.
Neste primeiro fim de semana prolongado de Dezembro, foi possível observar dezenas de caravanas estacionadas à volta da Área de Serviço às portas do Museu. A Casa Grande implantou aí uma enorme tenda onde se exibiram, para tão ilustres visitantes, alguns agrupamentos folclóricos locais. Foi também servido um porco no espeto, mas, segundo alguns penetras, o reco não estava grande coisa. Os penetras também não mereciam mais. Como vai sendo habitual, a Área de Serviço, verificou uma grande movimentação, aproveitando os caravanistas para efectuar a limpeza das suas fossas, sem dispender um oreo, pese embora os maçanicos serem obrigados a pagar tarifas pelo sistema de água e pelo tratamento de lixo.
Após instalados, os visitantes partiram à descoberta do Mação. Era o primeiro de três dias em que a pacatez da vila foi abalada, os cafés cheios, nos vários restaurantes os clientes aguardavam mesa a fim de poderem degustar a nossa excelente cozinha, à porta do Museu uma enorme fila de pessoas aguardava, pacientemente e indiferente ao frio, o ingresso para poderem apreciar as suas fabulosas colecções. O comércio também se não pode queixar, pois foi muito assediado pelos caravanistas, especialmente as duas lojas chinocas, que chegaram a esgotar alguns artigos apropriados à época natalícia que se aproxima. Por incrível que pareça, tendo em vista a idade dos caravanistas, a Casa do Brasil, localizada em Ortiga-Gare, foi um dos locais mais procurados pelos visitantes, desejando conhecer a noite do Mação. E este frenesim durou três dias. Os caravanistas fizeram a diferença. Os nossos empresários mostravam-se muito satisfeitos e pedem ao Alcaide novas iniciativas deste género
 
                                                                                               Cabo Emídio II
  
Publicado por vozeslivresmacao às 10:17
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