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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

PRIMEIRO LEIA ESTA NOTÍCIA

 

UM EXERCÍCIO:

PRIMEIRO LEIA ESTA NOTÍCIA

TAL QUAL NOS CHEGOU DA LUSA:

 

 

Indústrias criativas: Porto tem tudo para ser internacionalmente competitivo - Tom Fleming 

 

 Número de Documento: 8579248

Porto, Portugal 23/07/2008 16:38 (LUSA)
Temas: Artes, Cultura e Entretenimento, Cultura (geral), Animação, Turismo, Negócios (geral)

   Porto, 23 Jul (Lusa) - O especialista britânico Tom Fleming, responsável pelo estudo sobre o "Desenvolvimento de um cluster de Indústrias Criativas na Região Norte", defendeu hoje que o Porto tem enorme potencial, neste sector, a nível internacional.

    "O Porto é uma marca com boa imagem externa, é uma cidade criativa de enorme potencial que dispõe dos recursos necessários para ser competitiva a nível nacional e internacional", afirmou o especialista durante a apresentação do estudo, realizada no Auditório de Serralves.

    Para Tom Fleming, "o problema do Porto é que, tal como acontece com a região Norte, não está ainda a conseguir maximizar os seus recursos".

    Apontou como exemplo as centenas de licenciados que as suas universidades produzem cada ano nas áreas criativas que não conseguem apoios para a criação de empresas e integrar-se na economia da cidade.

    "Seria preciso apenas um pequeno apoio inicial do Estado para que isso possa acontecer", afirmou.

    Apontou ainda um outro exemplo, ao considerar que "o Porto tem tudo o que é preciso para apresentar ao mundo uma forte oferta na área do turismo cultural, mas a verdade é que não há uma oferta forte e organizada nesta área, porque isso exige uma rede de trabalho envolvendo vários sectores, que não existe".

    Essa rede permitiria também - disse - que o Porto e a região Norte se pudessem relacionar-se com outras regiões e cidades de sucesso.

    Este especialista defendeu ainda que a criação de um cluster de Indústrias Criativas implica que a o Porto e a região apresentem uma oferta de classe mundial neste sector, o que "envolve um desafio imenso, dada a degradação física da paisagem".

    "Implica criatividade e uma aposta na diferenciação, ou seja, a cidade deve apostar na sua própria identidade. As cidades mais criativas são aquelas que conseguem fazer a ligação entre a sua cultura e a sua economia, tanto a nível nacional como internacional", afirmou.

    "Uma região forte e criativa com centro no Porto tornaria Portugal num país mais forte e criativo", defendeu.

    Charles Landry, considerado o maior especialista internacional nos estudos da cultura e da criatividade como veículos para a revitalização das cidades, defendeu que "o fundamental é que as cidades descubram quais são os nichos de mercado com que se podem apresentar ao mundo como pólos de inovação e exclusividade".

    "Descubram aquilo em que são únicos e apresentem-se ao mundo como um modelo", defendeu.

    Acrescentou ainda que só as cidades que souberem valorizar a sua excelência vão progredir no futuro, atraindo os melhores profissionais porque "dentro de 15 anos, 80 por cento das pessoas vão ter a capacidade de escolher onde vão viver e vão preferir as cidades mais atractivas".

    "O preço a pagar por não pensar as cidades de forma cultural, de não cuidar o seu 'design' em todos os aspectos, de não as saber tornar mais atractivas, mais bonitas, vai ser muito elevado, umas vão empobrecer e morrer pouco a pouco, outras vão progredir e enriquecer de forma cada vez mais acelerada", avisou.

    Para isso, defendeu, "há que estudar cada cidade objectivamente e, por um lado, identificar as suas virtualidades, apostar nelas e desenvolvê-las, por outro detectar as suas debilidades, combatê-las e ultrapassá-las", afirmou.

    O estudo foi realizado pela Fundação de Serralves, em parceria com a Casa da Música, a Junta Metropolitana do Porto e a Sociedade de Reabilitação Urbana da Baixa Portuense.

    Com este estudo, a Fundação de Serralves pretende avaliar o impacto das indústrias criativas actividades, a sua evolução, o seu potencial e o papel que desempenham na sociedade, na cultura e na economia da Região Norte do país.

    A CCDR-N participa na promoção, no desenvolvimento e financiamento da iniciativa, através do Programa ON - Operação Norte e no contexto das agendas prioritárias do pacto regional para a competitividade do Norte de Portugal.

______________________________

 

AGORA PONHA A SUA IMAGINAÇÃO A FUNCIONAR.

 

MAÇÃO TEM TUDO

PARA SER

INTERNACIONALMENTE COMPETITIVO

  

Mação, Portugal 23/07/2008 16:38 (LUSA)
Temas
Artes, Cultura e Entretenimento, Cultura (geral), Animação, Turismo, Negócios (geral)

 

 

 

 

 

   Mação, 23 Jul (Lusa) - O especialista britânico Tom Fleming, responsável pelo estudo sobre o "Desenvolvimento de um cluster de Indústrias Criativas na Região Centro", defendeu hoje que o Mação tem enorme potencial, neste sector, a nível internacional.

    "O Mação é uma marca com boa imagem externa, é uma vila criativa de enorme potencial que dispõe dos recursos necessários para ser competitiva a nível nacional e internacional", afirmou o especialista durante a apresentação do estudo, realizada no Auditório da Serra do Bando.

    Para Tom Fleming, "o problema de Mação é que, tal como acontece com a região Centro, não está ainda a conseguir maximizar os seus recursos".

    Apontou como exemplo as centenas de licenciados que as  universidades produzem cada ano nas áreas criativas que não conseguem apoios para a criação de empresas e integrar-se na economia da vila.

    "Seria preciso apenas um pequeno apoio inicial do Estado para que isso possa acontecer", afirmou.

    Apontou ainda um outro exemplo, ao considerar que "o Mação tem tudo o que é preciso para apresentar ao mundo uma forte oferta na área do turismo cultural e rural, mas a verdade é que não há uma oferta forte e organizada nesta área, porque isso exige uma rede de trabalho envolvendo vários sectores, que não existe".

    Essa rede permitiria também - disse - que o Mação e a região Centro se pudessem relacionar com outras regiões e cidades e vilas de sucesso.

    Este especialista defendeu ainda que a criação de um cluster de Indústrias Criativas implica que a de Mação e a região apresentem uma oferta de classe mundial neste sector, o que "envolve um desafio imenso, dada a degradação física da paisagem".

    "Implica criatividade e uma aposta na diferenciação, ou seja, a vila deve apostar na sua própria identidade. As cidades mais criativas são aquelas que conseguem fazer a ligação entre a sua cultura e a sua economia, tanto a nível nacional como internacional", afirmou.

    "Uma região forte e criativa com centro em Mação tornaria Portugal num país mais forte e criativo", defendeu.

    Charles Landry, considerado o maior especialista internacional nos estudos da cultura e da criatividade como veículos para a revitalização das cidades, defendeu que "o fundamental é que as cidades descubram quais são os nichos de mercado com que se podem apresentar ao mundo como pólos de inovação e exclusividade".

    "Descubram aquilo em que são únicos e apresentem-se ao mundo como um modelo", defendeu.

    Acrescentou ainda que só as cidades que souberem valorizar a sua excelência vão progredir no futuro, atraindo os melhores profissionais porque "dentro de 15 anos, 80 por cento das pessoas vão ter a capacidade de escolher onde vão viver e vão preferir as cidades e vilas mais atractivas".

    "O preço a pagar por não pensar as vilas e cidades de forma cultural, de não cuidar o seu 'design' em todos os aspectos, de não as saber tornar mais atractivas, mais bonitas, vai ser muito elevado, umas vão empobrecer e morrer pouco a pouco, outras vão progredir e enriquecer de forma cada vez mais acelerada", avisou.

    Para isso, defendeu, "há que estudar cada cidade e vila objectivamente e, por um lado, identificar as suas virtualidades, apostar nelas e desenvolvê-las, por outro detectar as suas debilidades, combatê-las e ultrapassá-las", afirmou.

    O estudo foi realizado pela Fundação Francisco Serrano, em parceria com a Casa da Música, a Junta Metropolitana de Santarém e a Sociedade de Reabilitação Urbana do Centro Histórico de Mação.

    Com este estudo, a Fundação Francisco Serrano pretende avaliar o impacto das indústrias criativas actividades, a sua evolução, o seu potencial e o papel que desempenham na sociedade, na cultura e na economia da Região Centro do país.


Então, que nos diz ao exercício?!

 

Luis Sérgio

Publicado por vozeslivresmacao às 16:10
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