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Vozes Livres de Mação

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26
Set08

MAÇÃO:MUNICIPIO INVESTE 3 MILHÕES DE EUROS

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ÚLTIMA HORA

 

MAÇÃO: MUNICIPIO INVESTE 3 MILHÕES DE EUROS NA REQUALIFICAÇÃO DE 39 IMÓVEIS DO CENTRO HISTÓRICO

 

 

 

 

 

 Mação, Santarém, 25 Set (Lusa) - A Câmara de Mação anunciou hoje que conseguiu “concluir ou pôr em marcha” o processo de recuperação de 39 dos 45 imóveis que necessitavam de intervenção urgente no centro histórico da vila.

    Ao longo dos últimos oito anos e com um investimento global efectuado na ordem dos três milhões de euros, “finalmente assiste-se ao renascer do centro histórico após várias décadas em que esteve votado ao abandono e à decadência”, afirmou o presidente da autarquia.

    Saldanha Rocha, que fez hoje a apresentação das intervenções realizadas ao nível da requalificação urbana no centro histórico da vila, disse à Agência Lusa que “foi graças a processos de expropriação simplificados e ao direito de preferência na alienação onerosa dos imóveis que foi possível iniciar um moroso processo de recuperação”.

    Com um total de 298 edifícios registados no centro histórico da vila, Saldanha Rocha afirmou que “não era mais possível assistir ao definhamento do centro histórico, pelo que era um imperativo intervir e obrigar os proprietários a requalificar, ou por via coerciva ou pela via amigável”.

    Segundo disse, “dos 45 imóveis sinalizados apenas quatro eram pertença do município que adquiriu, posteriormente, mais dezanove edifícios a famílias sem recursos para efectuar a sua reabilitação”.

    “Os restantes 22 edifícios permaneceram na posse de particulares, uma vez que estes manifestaram interesse na respectiva recuperação. Até hoje, só seis deles não cumpriram”.

    Mas, segundo afirmou, “se não o fizerem num prazo razoável, o município terá de desenvolver mais um processo, amigável ou litigioso, para ficar a autarquia na posse do edifício e proceder à sua recuperação”.

    Zeferino  Sanches, responsável pela Divisão de Desenvolvimento e Planeamento Urbanístico da autarquia, disse à Lusa que esta “é uma hora de satisfação”, mas que “não encerra um fim em si, uma vez que este é um processo que requer continuidade atendendo a que outras casas se vão degradando com o tempo”.

    Segundo disse, “os proprietários que puderam recuperar os seus imóveis seguiram à risca as regras do Plano de Salvaguarda do Centro Histórico quer em termos de cores, volumetrias, acabamentos e respeito pela traça original”.

    “Aos que não tinham posses para tal, a autarquia fez propostas de aquisição de compra do imóvel e respectiva reabilitação, realojando-os temporariamente”, indicou.

    Segundo disse, “depois das obras concluídas, os moradores puderam voltar às suas antigas casas mas agora já na qualidade de inquilinos, uma vez que a autarquia acordou arrendar-lhes as habitações”.

    “É um esforço financeiro muito grande para uma autarquia tão pequena”, disse à Lusa Saldanha Rocha, adiantando que, após efectuadas as requalificações, o município colocou no mercado alguns imóveis para venda que resultaram num encaixe financeiro de 470 mil euros.

    “Em breve contamos também proceder à adjudicação e venda de outros edifícios, dos quais esperamos obter um retorno financeiro na ordem dos 350 mil euros”, afirmou.

    Considerando que os programas nacionais de revitalização dos centros históricos foram “autênticos fiascos”, o autarca defendeu que se deve “parar para repensar e reflectir, porque os centros históricos não podem servir apenas para criar lindos postais”.

    “Os centros históricos são património da comunidade e do país e dar-lhes vida é uma obrigação de todos nós”, afirmou.

    MYF.

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O que acabou de ler não passa de um exercício sobre um take da Lusa de há minutos.

Diga lá, passeou pelas nuvens durante um bocadinho e rogou, de certeza, mil pragas a todos aqueles que, na oposição, nos quais nos contamos – sim, sim, não tenha medo em dar-nos pancada – passam a vida a denunciar o que não se faz  pela recuperação do Centro Histórico de Mação ou, pior, os atentados que nos últimos dias  têm sido cometidos ali para as bandas da área da “Igreja de Nossa Senhora da Conceição”.

Pois é. Não passa de um exercício. Pode ser que um destes dias seja realidade.

Por agora, leia o texto verdadeiro da Lusa e…ponha ali os olhos.

Sim, Constância.A dois passos daqui. Parabéns, António Mendes.

 

Luis Sérgio

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 Constância, Santarém, 25 Set (Lusa) - A Câmara de Constância anunciou hoje que conseguiu “concluir ou pôr em marcha” o processo de recuperação de 39 dos 45 imóveis que necessitavam de intervenção urgente no centro histórico da vila.

    Ao longo dos últimos oito anos e com um investimento global efectuado na ordem dos três milhões de euros, “finalmente assiste-se ao renascer do centro histórico após várias décadas em que esteve votado ao abandono e à decadência”, afirmou o presidente da autarquia.

    António Mendes, que fez hoje a apresentação das intervenções realizadas ao nível da requalificação urbana no centro histórico da vila, disse à Agência Lusa que “foi graças a processos de expropriação simplificados e ao direito de preferência na alienação onerosa dos imóveis que foi possível iniciar um moroso processo de recuperação”.

    Com um total de 298 edifícios registados no centro histórico da vila, António Mendes afirmou que “não era mais possível assistir ao definhamento do centro histórico, pelo que era um imperativo intervir e obrigar os proprietários a requalificar, ou por via coerciva ou pela via amigável”.

    Segundo disse, “dos 45 imóveis sinalizados apenas quatro eram pertença do município que adquiriu, posteriormente, mais dezanove edifícios a famílias sem recursos para efectuar a sua reabilitação”.

    “Os restantes 22 edifícios permaneceram na posse de particulares, uma vez que estes manifestaram interesse na respectiva recuperação. Até hoje, só seis deles não cumpriram”.

    Mas, segundo afirmou, “se não o fizerem num prazo razoável, o município terá de desenvolver mais um processo, amigável ou litigioso, para ficar a autarquia na posse do edifício e proceder à sua recuperação”.

    Manuela Costa, responsável pela Divisão de Desenvolvimento e Planeamento Urbanístico da autarquia, disse à Lusa que esta “é uma hora de satisfação”, mas que “não encerra um fim em si, uma vez que este é um processo que requer continuidade atendendo a que outras casas se vão degradando com o tempo”.

    Segundo disse, “os proprietários que puderam recuperar os seus imóveis seguiram à risca as regras do Plano de Salvaguarda do Centro Histórico quer em termos de cores, volumetrias, acabamentos e respeito pela traça original”.

    “Aos que não tinham posses para tal, a autarquia fez propostas de aquisição de compra do imóvel e respectiva reabilitação, realojando-os temporariamente”, indicou.

    Segundo disse, “depois das obras concluídas, os moradores puderam voltar às suas antigas casas mas agora já na qualidade de inquilinos, uma vez que a autarquia acordou arrendar-lhes as habitações”.

    “É um esforço financeiro muito grande para uma autarquia tão pequena”, disse à Lusa António Mendes, adiantando que, após efectuadas as requalificações, o município colocou no mercado alguns imóveis para venda que resultaram num encaixe financeiro de 470 mil euros.

    “Em breve contamos também proceder à adjudicação e venda de outros edifícios, dos quais esperamos obter um retorno financeiro na ordem dos 350 mil euros”, afirmou.

    Considerando que os programas nacionais de revitalização dos centros históricos foram “autênticos fiascos”, o autarca defendeu que se deve “parar para repensar e reflectir, porque os centros históricos não podem servir apenas para criar lindos postais”.

    “Os centros históricos são património da comunidade e do país e dar-lhes vida é uma obrigação de todos nós”, afirmou.

    MYF.

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